domingo, 4 de janeiro de 2009

ISRAELENSES Carniceiros

Blindado israelense em solo palestino:
Força extremamente desproporcional.

.
.
.

É hipócrita e cínica a atitude do governo americano e da comunidade européia de recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a ação criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infra-estrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo.

Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, econômica e bélica ao agressor, porque a União Européia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista.

Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa ação criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do atual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e, de forma submissa, procura negociar com os assassinos do seu povo.

As novas atrocidades cometidas pelo estado judeu colocam questões candentes. O bombardeamento indiscriminado da população de Gaza pelos caças F-16 da entidade sionista até agora já provocou quase 500 mortos e 2.000 feridos.

Isto vem na seqüência de um bloqueio prolongado, em que se priva aquela população de alimentos, combustíveis e medicamentos. A palavra genocídio tem razão de ser e vem sendo posto em prática há anos, em câmara lenta. A cumplicidade e passividade da União Européia e dos governos de muitos países árabes, a começar pelo do Egito, é notória, bem como a conivência de grande parte dos cidadãos de Israel, que conhecem os crimes do estado sionista e a realidade do apartheid que esquartejam a Palestina.

Os assassinatos das sinistras polícias políticas de Israel são só em parte divulgados pela mídia internacional. As 200 toneladas de bombas já despejadas sobre a população indefesa de Gaza nesta última semana são anunciadas nos jornais israelenses. As perseguições ao espoliado povo palestino (10 mil palestinos presos) são notórias.

O repúdio à barbárie nazi-sionista deve ser universal. As manifestações contra o massacre já começaram timidamente nos EUA e em outros países. O apelo ao boicote a Israel e ao desinvestimento americano a esses bárbaros deve transformar-se em realidade.

.

.

.

.

.



3 comentários:

  1. Como se não bastasse, temos que aguentar a grande imprensa brasileira chamando de "guerra na faixa de gaza" ou que na verdade é um grande massacre promovido pelos israelenses.
    São absurdas as justificativas deste massacre.
    Sao quase 500 mortos do lado dos palestinos (olhe que sao os numeros oficiais) para 4 israelenses! Que guerra é essa??

    Parabéns pelo texto, Rodolfo!

    ResponderExcluir
  2. Quantas mentiras, tantas barbaridades cometidas.
    A cobertura do conflito entre palestino e jusdeus nos dá a dimensão do tipo de imprensa que temos, hoje, no mundo ocidental. Desmitifica a nossa pluralidade e democracias. Põe em xeque a utilidade da ONU para mediar de maneira justa e transparente os conflitos entre nações. Afinal, não está na hora das nações procurarem criar um novo organismo internacional onde o imperialismo não prevaleça? Que vergonha!
    Nelton Manoel

    ResponderExcluir
  3. Já somam 900 mortes (manhã do dia 13/01/2009), quantas mais se fazem necessárias?...Até que ponto chega à estupidez humana?
    “Alguma coisa está fora da ordem
    Fora da nova ordem mundial”.
    O despertar da libélula

    ResponderExcluir