ISRAELENSES - Criminosos de Guerra à Espera de um Tribunal.
Repetindo as mesmas atrocidades a que foram submetidos.
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Avolumam-se as acusações de crimes de guerra contra Israel. Nesta terça-feira, dia 20 de janeiro, o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, coreano, visitou a sede de uma das escolas bombardeadas, arrasadas. Afirmou que há indícios de massacre. Mas não usa o termo “crimes de guerra”. Os responsáveis pela Agência da ONU para Refugiados palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), vão mais longe. Estes falam em indícios de “crimes de guerra”. Senão vejamos.
Nos últimos dias deu entrada na Agência Internacional de Energia Atômica, protocolado por vários países árabes, uma denúncia a ser investigada de que Israel usou munições com urânio empobrecido nos ataques contra a população palestina. Esse urânio aumenta a eficiência e a penetração das bombas e dos projéteis. Mas, ele é potencialmente cancerígeno. A denúncia vai ser investigada.
As organizações humanitárias Anistia Internacional e a Human Rights Watch, denunciaram mais dois tipos de armamentos não convencionais utilizados: a) munição a base de fósforo branco, que causa graves e prolongadas queimaduras na pele e, b) bombas com pó de tungstênio, que se fragmentam quando explodem e chegam a dissolver a pele humana. Um verdadeiro horror. Uma carnificina. Mortandade generalizada e de forma cruel.
A questão que se coloca hoje é: quem tem poder para instalar esse tribunal internacional que julgaria Israel por esses crimes de guerra? Poderia ser o Tribunal Penal Internacional, mas esse caminho ficaria mais difícil na medida em que Israel não reconhece esse Tribunal (ademais nem os EUA) e, portanto não teria direito de defesa. O outro caminho possível é o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma Resolução e criar um Tribunal específico para isso, como foi o da Bósnia, para julgar os eventuais crimes de guerra cometidos naquele conflito nos Bálcãs. Hoje, mesmo com a posse de Obama, dificilmente acho que o Conselho de Segurança da ONU aprovaria um tribunal dessa natureza.
Resta-nos o caminho das denúncias, as mais amplas possíveis, por todos os cantos do mundo, como vem sendo feito pela Internet. Em São Paulo, aonde dezenas de entidades nacionais vem se reunindo desde o dia 29 de dezembro de 2008, para formar um Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, na última reunião realizada no dia 19 de janeiro, ficou formada uma comissão para tentarmos montar, ainda que de forma simulada, um Tribunal para julgar Israel por Crimes de Guerra, tendo os Estados Unidos como co-réu. Isso foi feito com relação ao imperialismo norte-americano em 21 de abril de 2006, durante o Fórum Social Brasileiro – FSB, aqui na cidade de Recife. O referido Tribunal foi presidido pelo sociólogo e teólogo François Houtart, belga, que veio ao Brasil especialmente para essa tarefa. Tivemos testemunhas de acusação, uma delas Dr. Fawzi El Mashni, que falou pelos palestinos. Os americanos tiveram amplo direito de “defesa”, com um advogado fazendo esse papel. Tivemos promotoria de acusação, que leu um verdadeiro libelo de acusação. Muitas testemunhas, índios, latino-americanos, e um grande time de jurados, composto pelas maiores entidades nacionais. No final, o imperialismo foi condenado. Essa foi uma experiência que vem do Tribunal Russel dos Direitos humanos, instalado pela primeira vez em 1968, para julgar crimes de guerra no Vietnã, instalado pelo próprio filósofo e matemático inglês. Quem sabe isso dará certo em relação à Israel. Enquanto não chega o sonhado Tribunal de Jerusalém.
Sinceramente, se eu não conhecesse diria que o texto acima e outros escritos nesse blog, era de um nazista, ainda bem que pessoas com esse pensamento estão aos poucos deixando de governar pessoas (de todas as raças e credos), infelizmente ainda temos Hugo Chaves e alguns outros, mas a mudança começa, j a nos livramos de Bush, mas pessoas assim pelo que vejo ainda acreditam que o terrrorismo é a saída. Sei que o caminho é longo e caminhamos a passos lentos, mas eu acredito na democracia(como Israel) e acredito e tenho fé que ela um dia reinará entre os povos (judeos, palestinos, árabes), e é com base nessa democracia que ainda leio esses pensamentos neo nazista. Sei que voce não acredita, mas que Deus, Oxalá, Tupã, Maomé, Jesus (Qualquer um desses serve) te ilumine e abençoe.
Muito Bem Gostei de ver o MAZO acima, que pelo jeito te conhece, estar decepcionado contigo. PARABÉNS MAZO Gostei de ler o que tu escrevestes. Não assino, porque acho que não vale a pena. Um cara como o Sr. Rodolfo não mudará seu pensamento NUNCA. Tenho é PENA,ele é um COITADO. Também o conheci, INFELIZMENTE. Espero nunca mais ver este safado. Poderia assinar este recadinho, mas resolvi assim não faze-lo. É desta maneira, que os terroristas que ele defende, agem; nunca sabemos de onde vem o inimigo.
Você É sim um GRANDE covarde. Fala em CORAGEM, e AGE sempre no anonimato agredindo e difamando. Como quer defender suas idéias dessa forma?... Você gosta SIM, de ver o circo pegando fogo e até se satisfaz com isso. DEPRIMENTE!
Escrevo por prazer... Às vezes esse prazer vem em tornar pública uma história qualquer da minha vida, por ser engraçada, triste, ou por trazer algum tipo de experiência que possa servir a qualquer eventual leitor como parâmetro de qualquer coisa. Às vezes escrevo como desabafo. Desabafo que se concretiza quando denuncio o que me incomoda, o que me ultraja. Tenho um total de cinco blogs e, em apenas três deles – os que tento manter atualizados - tenho mais de 300 textos publicados, os quais, até este instante, já foram visitados por mais de 70.000 leitores. Em todos os meus blogs fiz montagens com fotos minhas e, em apenas um deles, o “Bastidores”, tem uma foto com óculos, embora, ao lado dos textos, existam dezenas de fotos minhas sem óculos e dos meus antepassados, os nomes das cidades onde já morei – e não foram poucas – bem como meu local de trabalho. Sinto prazer com tudo isso. Não teria graça alguma não mostrar minha cara quando exponho minhas dores, divido minhas alegrias, divirto alguém com as situações hilárias em que já me envolvi. A graça está em mostrar a fragilidade e a coragem, os instantes de grandeza e de medo, os erros e acertos. Gosto de ser assim. De ter a coragem de me expor e de expor meus pensamentos. Nos meus blogs todos podem postar comentários, e para isso, não precisam, necessariamente, se identificar, nem seus comentários passam por censura prévia de minha parte, embora disponha de ferramentas para tudo isso. É óbvio que dar a opção do anonimato liberta verdadeiros monstros que vivem ao nosso redor - ou mais longe, como nesse caso – com sorrisos e relações cordiais. Também posso retirar, mesmo depois de publicados, os textos que abusarem de insanidade, de destempero verbal, de indignidade. Mas, nem mesmo em tais circunstâncias sinto-me estimulado a extraí-los, pois, todos esses ressentimentos, invejas e sentimentos ainda menos nobres, ficarão aqui, escancarados para o mundo. O anonimato, ou o uso de pseudônimo, é a forma mais torpe e vil de emitir-se o pensamento. Só mesmo uma pessoa ressentida, invejosa, de mal com o seu pequeno mundo, é capaz de externar o que pensa sem correr o risco de ser identificado. Então apela, acusa, xinga, calunia, valendo-se da torpe traição do anonimato para praticar um ato de vindita pessoal, aparentemente “invisível” aos olhos da lei e de quem teve a coragem de enfrenta-lo de cara limpa e em campo aberto. Sobre anonimato, a lei é clara: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Ou seja: você é livre para dizer o que quiser, desde que aguente as consequências. Usar o anonimato para poder, aparentemente impunemente, insultar, ou até escrever comentários que nunca teria a coragem de publicar em nome próprio, ou cara-a-cara, pode ser possível, mas diz muito da falta de caráter e da miséria de quem se esconde sob essa máscara. Mas, se o mundo real é fértil em ratos e gente frustrada e sem coragem, porque seria diferente no mundo virtual? Errei, quando generalizei, usando o termo JUDEUS – assim, em maiúsculas – logo no início de todos os títulos sobre a última invasão da Palestina. Quis chamar a atenção dos internautas que procurassem por textos sobre o assunto, trazendo-os assim para dentro das minhas idéias, as quais continuo defendendo, mas, claro que me referi, em todos esses textos, às pessoas diretamente envolvidas com esse ataque covarde, ou comprometidas com as idéias de quem os determinou. Minhas desculpas a Leila e sua família, a Mazo, a Luiza Roberta, a Liliana Miranda e a André Macambira e sua musa Thalita. Estou retirando a palavra “JUDEUS” dos títulos de todos os textos, e substituindo pela palavra “ISRAELENSES
Sinceramente, se eu não conhecesse diria que o texto acima e outros escritos nesse blog, era de um nazista, ainda bem que pessoas com esse pensamento estão aos poucos deixando de governar pessoas (de todas as raças e credos), infelizmente ainda temos Hugo Chaves e alguns outros, mas a mudança começa, j a nos livramos de Bush, mas pessoas assim pelo que vejo ainda acreditam que o terrrorismo é a saída. Sei que o caminho é longo e caminhamos a passos lentos, mas eu acredito na democracia(como Israel) e acredito e tenho fé que ela um dia reinará entre os povos (judeos, palestinos, árabes), e é com base nessa democracia que ainda leio esses pensamentos neo nazista. Sei que voce não acredita, mas que Deus, Oxalá, Tupã, Maomé, Jesus (Qualquer um desses serve) te ilumine e abençoe.
ResponderExcluirMuito Bem
ResponderExcluirGostei de ver o MAZO acima, que pelo jeito te conhece, estar decepcionado contigo.
PARABÉNS MAZO
Gostei de ler o que tu escrevestes.
Não assino, porque acho que não vale a pena.
Um cara como o Sr. Rodolfo não mudará seu pensamento NUNCA. Tenho é PENA,ele é um COITADO.
Também o conheci, INFELIZMENTE. Espero nunca mais ver este safado.
Poderia assinar este recadinho, mas resolvi assim não faze-lo. É desta maneira, que os terroristas que ele defende, agem; nunca sabemos de onde vem o inimigo.
Você É sim um GRANDE covarde. Fala em CORAGEM, e AGE sempre no anonimato agredindo e difamando.
ResponderExcluirComo quer defender suas idéias dessa forma?...
Você gosta SIM, de ver o circo pegando fogo e até se satisfaz com isso. DEPRIMENTE!
Nadja Rolim
Sabemos sim, Tchê.
ResponderExcluirA FRÁGIL MÁSCARA DO ANONIMATO
ResponderExcluirEscrevo por prazer...
Às vezes esse prazer vem em tornar pública uma história qualquer da minha vida, por ser engraçada, triste, ou por trazer algum tipo de experiência que possa servir a qualquer eventual leitor como parâmetro de qualquer coisa.
Às vezes escrevo como desabafo. Desabafo que se concretiza quando denuncio o que me incomoda, o que me ultraja.
Tenho um total de cinco blogs e, em apenas três deles – os que tento manter atualizados - tenho mais de 300 textos publicados, os quais, até este instante, já foram visitados por mais de 70.000 leitores.
Em todos os meus blogs fiz montagens com fotos minhas e, em apenas um deles, o “Bastidores”, tem uma foto com óculos, embora, ao lado dos textos, existam dezenas de fotos minhas sem óculos e dos meus antepassados, os nomes das cidades onde já morei – e não foram poucas – bem como meu local de trabalho.
Sinto prazer com tudo isso. Não teria graça alguma não mostrar minha cara quando exponho minhas dores, divido minhas alegrias, divirto alguém com as situações hilárias em que já me envolvi. A graça está em mostrar a fragilidade e a coragem, os instantes de grandeza e de medo, os erros e acertos. Gosto de ser assim. De ter a coragem de me expor e de expor meus pensamentos.
Nos meus blogs todos podem postar comentários, e para isso, não precisam, necessariamente, se identificar, nem seus comentários passam por censura prévia de minha parte, embora disponha de ferramentas para tudo isso. É óbvio que dar a opção do anonimato liberta verdadeiros monstros que vivem ao nosso redor - ou mais longe, como nesse caso – com sorrisos e relações cordiais. Também posso retirar, mesmo depois de publicados, os textos que abusarem de insanidade, de destempero verbal, de indignidade. Mas, nem mesmo em tais circunstâncias sinto-me estimulado a extraí-los, pois, todos esses ressentimentos, invejas e sentimentos ainda menos nobres, ficarão aqui, escancarados para o mundo.
O anonimato, ou o uso de pseudônimo, é a forma mais torpe e vil de emitir-se o pensamento. Só mesmo uma pessoa ressentida, invejosa, de mal com o seu pequeno mundo, é capaz de externar o que pensa sem correr o risco de ser identificado. Então apela, acusa, xinga, calunia, valendo-se da torpe traição do anonimato para praticar um ato de vindita pessoal, aparentemente “invisível” aos olhos da lei e de quem teve a coragem de enfrenta-lo de cara limpa e em campo aberto.
Sobre anonimato, a lei é clara: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Ou seja: você é livre para dizer o que quiser, desde que aguente as consequências.
Usar o anonimato para poder, aparentemente impunemente, insultar, ou até escrever comentários que nunca teria a coragem de publicar em nome próprio, ou cara-a-cara, pode ser possível, mas diz muito da falta de caráter e da miséria de quem se esconde sob essa máscara. Mas, se o mundo real é fértil em ratos e gente frustrada e sem coragem, porque seria diferente no mundo virtual?
Errei, quando generalizei, usando o termo JUDEUS – assim, em maiúsculas – logo no início de todos os títulos sobre a última invasão da Palestina. Quis chamar a atenção dos internautas que procurassem por textos sobre o assunto, trazendo-os assim para dentro das minhas idéias, as quais continuo defendendo, mas, claro que me referi, em todos esses textos, às pessoas diretamente envolvidas com esse ataque covarde, ou comprometidas com as idéias de quem os determinou.
Minhas desculpas a Leila e sua família, a Mazo, a Luiza Roberta, a Liliana Miranda e a André Macambira e sua musa Thalita.
Estou retirando a palavra “JUDEUS” dos títulos de todos os textos, e substituindo pela palavra “ISRAELENSES