sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

EM BUSCA DO DIPLOMA, AÉCIO VIRA PIADA NAS REDES







Ação tucana para que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) fosse diplomado presidente ds República na noite de ontem, no lugar de Dilma Rousseff, que venceu a disputa presidencial, virou piada nas redes sociais; "Aécio quer o diploma porque o atestado de sanidade ele já não consegue", disse o jornalista e escritor Palmério Doria; "Em quem teria se inspirado o PSDB? No Fluminense, que escapou da segunda divisão no ano passado graças ao tapetão de última hora? No grande filme de Dustin Hoffman em que ele salva a amada de um casamento torto em plena igreja, quando ela, belíssima em seu vestido de noiva, estava prestes a dizer sim?", ironiza Paulo Nogueira, editor do DCM.

A extravagante ação judicial do PSDB, que ontem tentou fazer com que  o senador Aécio Neves fosse diplomado presidente da República, virou piada nas redes sociais. "Aécio quer o diploma porque o atestado de sanidade ele já não consegue", disse o jornalista e escritor Palmério Doria.

No Diário do Centro do Mundo, Paulo Nogueira também escreveu a respeito:

Aécio precisa ser informado de que perdeu.
As pessoas se perguntavam nas redes sociais: é piada?

Mas não. Não era.

Pouco antes da diplomação de Dilma hoje, o PSDB solicitou ao TSE o seguinte. Que, em vez de Dilma, Aécio fosse diplomado.

Quer dizer: o PSDB quer cassar mais de 54 milhões de votos.

Há detalhes até engraçados. Você pode imaginar a cena: um mensageiro do PSDB vai em louca correria ao presidente do TSE para entregar-lhe o pedido e, ao chegar a seu escritório, descobre que ele já está diplomando Dilma.

Em quem teria se inspirado o PSDB? No Fluminense, que escapou da segunda divisão no ano passado graças ao tapetão de última hora?

No grande filme de Dustin Hoffman em que ele salva a amada de um casamento torto em plena igreja, quando ela, belíssima em seu vestido de noiva, estava prestes a dizer sim?


O desfecho seria perfeito, como comédia, se no momento em que Toffoli entregava o diploma a Dilma o presidente do PSDB, Aécio, irrompesse na sala e cantasse: “Por favor, pare agora. Senhor juiz, pare agora.”



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