domingo, 5 de julho de 2015

VIVENCIAMOS OS ARREMATES FINAIS DA “GRANDE ESTRATÉGIA” PARA APEAR DILMA E O PT DO PODER CENTRAL





Assim construimos a história do nosso Brasil


Parafraseando Walter Santos - no Brasil 247


Quando o condenado senador Cássio Cunha Lima, Líder do PSDB (?), projetou o dia 16 de Julho - data do depoimento do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, na CPI da Petrobras, como prazo fatal para o início do processo de afastamento legal da presidenta Dilma Rousseff do cargo, ele não falou à tôa nem fez avocações delirantes, apenas continuou sendo o Porta Voz dos golpistas que dão os últimos arremates no escabroso plano que vem sendo montado há meses visando o intento real de tirar o PT do Poder Central.
A esta altura do campeonato, o PSDB assumiu publicamente o papel de algoz principal do "grande esquema" com participação de outros partidos, em especial com chancela de setores influentes do PMDB, a exemplo do presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha e as bancadas BBB (Boi, Bala e Bíblia), todos fechados na "grande estratégia" de legalizar o Golpe no processo democrático que reelegou Dilma Rousseff.
Pouco tem importado neste cenário pemedebista a deposição do seu maior líder, o vice-presidente Michel Temer, que vive espremido entre a legalidade e a arbitrariedade político - institucional.
Pelo que tem sido construído e exposto à opinião pública com endosso e forte participação da Grande Midia capitaneada pela Rede Globo, os caminhos para o afastamento de Dilma passam por questões legais em diversos aparelhos institucionais, a exemplo do TCU com as tais "Pedaladas", o TSE diante da votação das contas de campanha da presidenta e o MPF – denunciador do que existir para formalizar o Impeachment.
O FOCO NÃO É ESTANCAR DESVIOS, MAS TIRAR O PT DO JOGO
Neste processo, não há espaços para se apurar e punir a todos os envolvidos em desvios a envolver todos os partidos, entretanto, o foco e a exposição se restringe ao PT sob conivência das instituições democráticas, com exceção à OAB, porque o PSDB e demais siglas ao seu redor estão atolados na recepção dos mesmos e mais recursos das empreiteiras, mas o noticiário exclui a todos porque o alvo é o PT e Lula na projeção futura.
Na trama, com destaque estratégico, estão setores da Justiça Federal – esta gerando abusos do Direito em escala nunca visto e, por consequência, produzindo o desmantelamento de importantes empresas do Brasil com histórico de inserção brasileira no mercado internacional, sem falar também do abuso da PF de fazer escutas ilegais, conforme confissão recente, servindo-se todo este aparato, não para por em prática as correções e punições devidas aos desvios, mas para fragilizar o Governo Dilma.
Como é perceptível constatar, como "pano de fundo" da trama pós – maquiavélica porque tem um componente Capital de objetivo maior – diversos parlamentares do Congresso Nacional endossam todo esse contexto de "mais valia" sobre o respeito à soberania da Democracia reconstruída a duras penas no País. São Paulo é o motor deste intento que conduz ao retrocesso.
O FOCO É TODA A AMÉRICA LATINA
Guardadas as proporções, o cenário brasileiro está longe de ser um contexto exclusivo porque se incorpora à "grande estratégia" do Capital retomar o comando da Economia na América Latina porque a expansão dos Governos Socialistas deram outro rumo de inclusão social às diversas Nações em desconformidade com a orientação, que se busca readotar, de subserviência total aos Estados Unidos.
O papel da Oposição no Brasil com idêntico procedimento da Grande Midia, em especial as grandes Redes de TV, é o retrato fiel do que a Venezuela enfrentou anos atrás com rescaldo até hoje mantido para tirar o Governo Socialista do Poder a qualquer preço, embora em terras de Hugo Chaves há reação dura com respaldo popular de tentar preservar seu legado.

O PSDB incorpora esta estratégia sem mais despudor nem nenhum discurso de preservação de valores de soberania nacional afastando-se de vez de seus primados iniciais até por ter sido um partido criado a partir de lutas da Redemocratização do Brasil





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