domingo, 11 de setembro de 2016

Postado no Facebook em 07 de abril/2016 - DISPOSTO A ENFRENTAS ATÉ O STF E O POVO, MORO COMEÇA A CONHECER O OUTRO LADO DA JUSTIÇA: O DO BANCO DOS RÉUS.





Rodolfo Vasconcellos 5 de julho/2016
 
MARILENA CHAUÍ: "MORO SERVE AOS INTERESSES DOS EUA"


Da folha:

Em vídeo publicado neste domingo (3), a filosofa Marilena Chauí, afirma que o juiz federal Sergio Moro, da Operação Lava Jato, foi treinado pelo FBI —o equivalente à Polícia Federal nos EUA— para conduzir o caso.

Segundo ela, o objetivo da Lava Jato seria retirar do Brasil a soberania sobre o pré-sal. “Por que isso ficou claro para mim? Por que Sergio Moro foi treinado, nos Estados Unidos, pelo FBI.”

“Ele recebeu um treinamento que é característico do que o FBI fez no Macarthismo [política de perseguição anticomunista adotada pelos EUA nos anos 1950 e 1960, transformando em informantes agentes que também para lá foram enviados, após serem angariados em diversas instituições para compor o quadro da Polícia Federal naqueles idos. E fez depois do 11 de setembro que é a intimidação e a delação”, afirma a professora da USP.

Segundo ela, os Estados Unidos teriam o objetivo de desestabilizar o Brasil. “A Operação Lava Jato é, vamos dizer, o prelúdio da grande sinfonia de destruição da soberania brasileira para o século 21 e 22.”

Ela criticou a gestão interina de Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, José Serra, e os acusa de quererem entregar a exploração do pré-sal para empresas norte-americanas e afirma que o governo está “destruindo a economia brasileira”.

Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 7 de abril/2016
 
DISPOSTO A ENFRENTAS ATÉ O STF E O POVO, MORO COMEÇA A CONHECER O OUTRO LADO DA JUSTIÇA: O DO BANCO DOS RÉUS.


Os advogados do ex-presidente Lula acusaram nesta quarta (6) o juiz Sergio Moro de ferir a lei que regulamenta interceptação telefônica e pedem que o Supremo Tribunal Federal determine que ele seja investigado pelo Ministério Público Federal, pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por eventuais infrações administrativas e disciplinares; a defesa aponta que a escuta do advogado Roberto Teixeira foi autorizada antes de ele passar a figurar na lista de investigados, desrespeitando as normas, sendo que Moro teria permitido escuta telefônica "com objetivos não autorizados em lei", o que teria atingido 25 advogados e 300 clientes; "Moro teve a evidente finalidade de monitorar atos e a estratégia de defesa do ex-presidente, configurando um grave atentado às garantias constitucionais da inviolabilidade das comunicações telefônicas e da ampla defesa", diz a manifestação.

Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 31 de março/2016
 
A JUSTIÇA QUE PRECISA SER INVESTIGADA A CADA NOVA AÇÃO


Antes de homologar as iniciativas de colaboração, o ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou um juiz para conversar com os 11 delatores da Andrade Gutierrez que assinaram acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal, com a intenção de se certificar de que nenhum deles sofreu pressão para delatar, o que é ilegal, segundo a colunista Mônica Bergamo.

Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 8 de março/2016
 
MEDO, DESRESPEITO E HUMILHAÇÃO NA LAVA JATO


Ao comentar a 24ª fase da Operação Lava Jato, contra o ex-presidente Lula, o colunista do 247 Paulo Moreira Leite avalia que "assistiu-se a um espetáculo absurdo, errado, mas não convém avaliar o que se passou como um 'erro' do juiz Sérgio Moro"; "Reescrevendo uma lição universal deixada por um dos grandes mestres da política, é mais razoável reconhecer que a demonstração de truculência foi uma prova de que não é possível fazer uma omelete sem quebrar os ovos", diz ele; "No atual momento político brasileiro, a brutalidade das ações da Lava Jato é um movimento típico de quem se imagina capaz de aplicar um golpe decisivo, no rumo do homicídio institucional: convencer os adversários de que sua superioridade é tão grande, tão absoluta, que não vale a pena resistir. Agindo como um governo paralelo, seu argumento não é a razão, mas o medo", escreve o jornalista.
 
 

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