domingo, 11 de setembro de 2016

Postado no Facebook em 09 de abril/2016 - JANOT É CÓPIA FIEL DA LÁSTIMA QUE MARCA TODO O PODER JUDICIÁRIO NACIONAL





Rodolfo Vasconcellos 26 de junho/2016
 
ALEXANDRINO, DA ODEBRECHT, QUERIA CONTAR TUDO, MAS O MINISTÉRIO PÚBLICO SÓ QUER SABER DE LULA.


Preso por quatro meses na Operação Erga Omnes, 14ª fase da Java Jato, o executivo, libertado há cerca de um mês, tem dito a amigos que, em seus depoimentos na prisão, propôs contar tudo o que sabia sobre as relações da companhia com os governos brasileiros ao longo de mais de 20 anos como funcionário de carreira do grupo; “Mas, não se interessaram em saber tudo. Só quiseram informações dos últimos 12 anos”; Alexandrino (na foto com Eliseu Padilha, ministro dos Transportes de FHC) foi diretor de Relações Institucionais da Odebrecht e ex-vice-presidente da Braskem; declaração evidencia que houve malfeitos também nos dois governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 9 de abril/2016
 
A MATAR:


JANOT É CÓPIA FIEL DA LÁSTIMA QUE MARCA TODO O PODER JUDICIÁRIO NACIONAL

O atual Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, caminha a passos largos para ser o mais desnorteado, incoerente e contraditório ocupante do mais alto cargo do Ministério Público brasileiro.

Nessa disputa inglória, cujos concorrentes antepassados deixaram um legado de inconstitucionalidade realmente desastroso, Janot se destaca pela negação do seu próprio entendimento da matéria julgada.

Ao defender junto ao STF que o ex-presidente Lula não deve assumir o ministério da Casa Civil do governo da presidenta Dilma, o PGR conseguiu a façanha de tornar a sua decisão ainda mais absurda do que a anterior tomada a apenas nove dias atrás do atual entendimento.

Matar nossa ainda frágil democracia, esse sempre foi seu objetivo. Agora, na reta final desse jogo perigoso, não tem mais como esconder de que lado está.
 
 

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