domingo, 11 de setembro de 2016

Postado no Facebook em 09 de março/2016 - MINISTÉRIO PÚBLICO ARQUIVA CASO AÉCIO SEM OUVIR TESTEMUNHA CHAVE





Rodolfo Vasconcellos 20 de março/2016
 
MAIS DE 760 ARTISTAS E INTELECTUAIS ASSINAM MANIFESTO EM REPÚDIO AO GOLPE


Um grupo de artistas e intelectuais organizou um manifesto contra o golpe que será encaminhado aos chefes do Executivo, Dilma Rousseff, do Legislativo, Renan Calheiros e do Judiciário, Ricardo Lewandowsky, bem como ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Entre os signatários estão o escritor Fernando Morais, o músico e escritor Chico Buarque, o ator e comediante Gregório Duvivier, a atriz e cantora Letícia Sabatella, a atriz Camila Pitanga, o intelectual Leonardo Boff, a atriz Betty Faria, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, e outros.

Leia o manifesto na íntegra:

“Carta ao Brasil

Artistas, intelectuais, pessoas ligadas à cultura que vivemos direta e indiretamente sob um regime de ditadura militar; que sofremos censura, restrições e variadas formas de opressão; que dedicamos nossos esforços de forma obstinada, junto a outros setores da sociedade, para reestabelecer o Estado de Direito, não aceitaremos qualquer retrocesso nas conquistas históricas que obtivemos.

Independente de opiniões políticas, filiação ou preferências, a democracia representativa não admite retrocessos. A institucionalidade e a observância do preceito de que o Presidente da República somente poderá ser destituído do seu cargo mediante o cometimento de crime de responsabilidade é condição para a manutenção desse processo democrático.

Consideramos inadmissível que o país perca as conquistas resultantes da luta de muitos que aí estão, ou já se foram. E não admitiremos, nem aceitaremos passivamente qualquer prática que não respeite integralmente este preceito."


Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 9 de março/2016
 
MINISTÉRIO PÚBLICO ARQUIVA CASO AÉCIO SEM OUVIR TESTEMUNHA CHAVE


O Ministério Público pediu o arquivamento da investigação envolvendo o senador Aécio Neves (PSDB) na Lava Jato, sem ouvir a testemunha principal; os fatos: Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como "Ceará", transportador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, fez acordo de delação premiada com a PGR e, delatou Aécio Neves. Disse que, por volta de setembro ou outubro de 2013, Youssef o mandou entregar R$ 300 mil no escritório da empreiteira UTC no Rio de Janeiro para um diretor de nome Miranda. Este se mostrou tenso, ansioso, e disse que Aécio era "o mais chato para cobrar" e que estava em cima dele atrás desse dinheiro; porém, do pedido de arquivamento feito pelo MP consta que Miranda não foi ouvido; a decisão do ministro do STF Teori Zavascki, acatando o pedido de arquivamento, descreve apenas duas outras oitivas tomadas nesta investigação: a do doleiro Alberto Youssef e a de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC; não ouviram Miranda; confira reportagem de Helena Sthephanowitz, na Rede Brasil Atual.
 
 

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