domingo, 11 de setembro de 2016

Postado no Facebook em 10 de junho/2016 - ENTRE OS MINISTROS DO STF E O PROCURADOR DA REPÚBLICA, QUEM É QUE COSTUMA AGIR COM MENOS DECÊNCIA, COM MENOS CARÁTER, COM MAIS PARCIALIDADE, COM ENVOLVIMENTO POLÍTICO?... EXATAMENTE, ELE MESMO, GIL BEIÇOLA





Rodolfo Vasconcellos 10 de junho próximo a Recife ·
ENTRE OS MINISTROS DO STF E O PROCURADOR DA REPÚBLICA, QUEM É QUE COSTUMA AGIR COM MENOS DECÊNCIA, COM MENOS CARÁTER, COM MAIS PARCIALIDADE, COM ENVOLVIMENTO POLÍTICO?
EXATAMENTE, ELE MESMO, GIL BEIÇOLA


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, rebateu nesta sexta-feira (10) as críticas por ter pedido a prisão de integrantes da cúpula do PMDB.

Ele negou que tenha partido do Ministério Público o vazamento do pedido com objetivo de pressionar o STF (Supremo Tribunal Federal) a definir o caso, disse que ninguém está acima da lei e afirmou que não tem pretensão política.

Janot afirmou que “nunca terei transgressores preferidos” e que ser MP “não é ser justiceiro”.

“Da esquerda à direita, do anônimo às mais poderosas autoridades, ninguém, ninguém mesmo, estará acima da lei, no que depender do Ministério Público. Assim exige a Constituição; Assim exige a República”, disse.

Sem citar nomes, o procurador-geral classificou de “insinuações maledicentes” a tese de que o MP divulgou o pedido de prisão.

“Figuras de expressão nacional, que deveriam guardar imparcialidade e manter decoro, tentam disseminar a ideia estapafúrdia de que o procurador-geral da República teria vazado informações sigilosas para, vejam o absurdo, pressionar o Supremo Tribunal Federal e obrigá-lo a decidir em tal ou qual sentido, como se isso fosse verdadeiramente possível. Ainda há juízes em Berlim, é preciso avisar a essas pessoas”, disse.

“Afirmo, senhores, peremptoriamente. O vazamento não foi da PGR. Aliás, envidarei todos os esforços que estiverem ao meu alcance para descobrir e punir quem cometeu esse crime. Como hipótese investigativa inicial, vale a pergunta: A quem esse vazamento beneficiou? Ao Ministério Público não foi”, completou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário