domingo, 11 de setembro de 2016

Postado no Facebook em 14 de abril/2016 - DO "JUIZ" MORO E DA LAVA-JATO NÃO SE PODERIA ESPERAR OUTRA COISA MESMO, MAS DO STF!...



O GOLPE EM FILME: E o STF é Todo Gilmar?


Rodolfo Vasconcellos 26 de abril/2016
 
MOVIMENTO DEMOCRÁTICO UNE OS HONESTOS E SENSÍVEIS DE CARREIRAS JURÍDICAS


Assinado por mais de 500 juízes, desembargadores, procuradores, promotores, defensores públicos e advogados, o "Manifesto pela Democracia", contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi entregue nesta segunda (25) no Senado; o texto diz impeachment para imputar crime de responsabilidade "perfaz-se em juízo jurídico-político, que não dispensa a caracterização, pelos membros do Congresso Nacional, de quadro de certeza sobre a prática delituosa que se imputa à autoridade assim questionada"; o documento critica a votação da Câmara: "constitui-se em ato de flagrante ilegalidade, de ruptura da ordem democrática, de trauma constitucional que marcará a história do país de forma indelével e irreparável"; o texto alerta para a a repercussão internacional negativa do fato e pede que os senadores votem contra o impeachment.

Rodolfo Vasconcellos
Rodolfo Vasconcellos 14 de abril/2016
 
DO "JUIZ" MORO E DA LAVA-JATO NÃO SE PODERIA ESPERAR OUTRA COISA MESMO, MAS DO STF!...


O papel do STF no golpe em curso é o de Pôncio Pilatos: lavou as mãos e permitiu que mesmo sob provas esmagadoras de ladroeira e achaque Eduardo Cunha comandasse o processo de impeachment com total desembaraço.
Se, como Marco Aurélio Mello disse, o STF é a “última trincheira da cidadania”, sua omissão no impeachment foi simplesmente criminosa.
Foi um crime de lesademocracia.
De Moro e da Lava Jato não se poderia esperar nada mesmo, e não apenas por questões de foro privilegiado: Cunha não faz parte do alvo deles. O mesmo se aplica à mídia, parceira e beneficiária das delinquências de Cunha.
Mas do STF, ou pelo menos de parte dele, se esperava alguma coisa.
Nesta crise, os juízes da Suprema Corte gostam de dizer que estão “preservando as instituições”.
Ora, ora, ora.
 
 
 

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