sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

MÉDICA GABRIELA MUNHOZ VAZA DADOS SIGILOSOS SOBRE DONA MARISA E O MÉDICO RICHAM FAISSAL ELLAKKIS ORIENTA COMO MATAR MARISA



Gabriela Munhoz perdeu o emprego no Hospital Sírio-Libanés imediatamente

A médica Gabriela Munhoz, 31 anos, formada na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) foi demitida do Hospital Sírio Libanês após ter vazado informações sigilosas sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva que estava internada na unidade. Marisa teve a morte cerebral anunciada na manhã desta quinta-feira (2) e após ter sofrido um AVC no dia 24 de janeiro.

Gabriela que é reumatologista, usou um grupo de troca de mensagens para falar sobre a paciente. Em nota, o hospital apontou para as rígidas normas que utilizam no que diz respeito a privacidade de todos os pacientes, repudiando a atitude da profissional.

“O Sírio-Libanês tem uma política rígida relacionada à privacidade de todos os seus pacientes e repudia a quebra do sigilo de pacientes por qualquer profissional de saúde. Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens”, disse o hospital, em nota.

O Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) também instaurou procedimento para apurar a conduta da médica. “O exercício da medicina deve respeitar e preservar todos os aspectos do doente: físico, emocional e moral, transcendendo tabus, crenças e preconceitos, em nome da fidelidade ao compromisso de tratar e cuidar de todos, sem qualquer distinção. Sob o juramento hipocrático e os princípios fundamentais da medicina, todo médico deverá ‘guardar absoluto respeito pelo ser humano e atuar sempre em seu benefício. Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar tentativa contra sua dignidade e integridade’”, diz a entidade em nota oficial.

Gabriela, postou ainda mensagens consideradas de “deboche” sobre o estado de saúde da paciente. No mesmo grupo, a troca de mensagens seguiu em tom de ódio, quando o médico Michael Hennich brincou com o a situação clínica, quando Gabriela afirmou que ela ainda não tinha sido levada “ainda” para a UTI.

Médico de origem árabe, recebido em nosso país como um cidadão e tendo oportunidades que nem todos os brasileiros nativos têm, orienta colegas como proceder para provocar a morte da Ex-Primeira Dama Marisa Letícia.

“Ainda bem!”, escreveu ele, recebendo risadas como resposta da médica. Já o médico Richam Faisssal Ellakkis foi um pouco mais além, desejando a morte de dona Marisa Letícia.

“Esses fdp vão embolizar ainda por cima”, escreveu em uma das mensagens, sobre o procedimento de provocar o fechamento de um vaso sanguíneo para diminuir o fluxo de sangue em determinado local. “Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela”, escreveu Ellakkis. Ele presta serviços no hospital da Unimed São Roque, no interior de São Paulo, e em outras unidades de saúde da capital paulista.




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