domingo, 19 de fevereiro de 2017

QUANDO UM LADRÃO DE DINHEIRO PÚBLICO CITADO DEZENAS DE VEZES EM DELAÇÕES PREMIADAS CHEGA A SER O PRESIDENTE DA CCJ NO SENADO É PORQUE ALGO DE MUITO SÉRIO ESTÁ PRESTES A ACONTECER



Caçado pela Operação Leviatã, mas protegido pelo governo e pela bancada do PMDBrecht no senado, prepara-se para presidir a sessão da Comissão de Constituição e Justiça que vai sabatinar Alexandre de Moraes, candidato a ocupar por inimagináveis 26 anos - a vaga deixada por Teori Zavascki no STF

"Hobbes defendia o estado forte para evitar a autodestruição entre os homens. No Brasil, o estado forte implodiu a competição empresarial e impôs o domínio de cartéis em vários setores – não apenas na construção pesada. Nesse capitalismo de estado, quem tem força no Congresso, como é o caso do PMDB no Senado, ocupa espaços na administração pública, que são transformados em máquinas de dinheiro, servindo não apenas para financiar campanhas (a desculpa oficial), mas também para formar vastos pés de meia", diz Leonardo Attuch, editor do 247, ao comentar a Operação Leviatã, que teve como alvo o senador Edison Lobão (PMDB-MA); fosse o Brasil um país normal, Lobão não estaria mais à frente da CCJ do Senado, mas sim preocupado em evitar a própria cassação.

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