sábado, 27 de maio de 2017

GRAMPEADO EM ÁUDIO COMO SEU PARCEIRO TEMER, GILMAR QUER REDISCUTIR NO PLENÁRIO ACORDO DA JBS



O probo Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao constatar que a onça está arranhando a porta dos fundos da quadrilha que tomou de assalto o poder no Brasil, já propõe rever todas as facilidades que foram utilizadas para afastar a digna presidenta Dilma Rousseff


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (26) que está disposto a rediscutir a forma como delações premiadas devem ser homologadas. Em entrevista à imprensa, o ministro disse que "certamente" o plenário terá de rediscutir o acordo de delação da JBS na Operação Lava Jato.

"O que a lei diz? Que o juiz é quem homologa, mas o juiz aqui não é o relator, quando se trata de tribunal, é o próprio órgão. Ele pode até fazer a homologação prévia, mas sujeita a referendo. A mim me parece que nesse caso [da JBS], como envolve o presidente da República, certamente vamos ter que discutir o tema no próprio plenário", afirmou o ministro.

Gilmar também admitiu rever a decisão que determina a condenação em segunda instância. Ele defende que as prisões somente ocorram após a terceira instância, no caso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele se disse que se impressionou com dados apresentados pela Defensoria Pública, segundo os quais muitos condenados conseguem revisão de suas penas e dos regimes de prisão impostos junto ao STJ.

"O problema é que está havendo enxurrada de casos, há recursos plausíveis e se decreta desde logo a prisão. Isso estamos dispostos a rever. [...] Manteria o mesmo entendimento só que colocaria mais uma instância que examina essas questões", disse o ministro, lembrando que outros ministros permanecem contrários à prisão após segunda instância – como Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Na verdade, toda a quadrilha que tomou o poder da vontade das urnas nas eleições de 2014, comandada pelo noiado Aécio neves (assista vídeo abaixo), com o apoio das Instituições que deveriam ser a salvaguarda da nossa Constituição, está encurralada, delatada, homologada, e então essas regras que valeram para depor a digna Presidenta Dilma Rousseff, já não serve para eles.








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