sábado, 10 de junho de 2017

FLAGRADO E DENUNCIADO COMO UM GANGSTER QUALQUER, TEMER ACIONA O SERVIÇO SECRETO CONTRA FACHIN



Canalha ocupando a presidência do Brasil por conta de um golpe imundo desferido contra o Estado de Direito e a Soberania Nacional, Temer tenta desmoralizar as últimas Instituições que ainda não tiveram seus nomes trazidos à lama podre que rola por todo o Planalto Central. Tanto na Missão, quanto na Visão e Valores da ABIN, destaca-se a SEGURANÇA DA SOCIEDADE E DO ESTADO DE DIREITO BRASILEIROS.
Não podemos achar que a ABIN é o mesmo SNI criado pela ditadura militar 45 dias após instalado o golpe que aferrolhou a voz de todo o povo brasileiro.
Assim como a ABIN é pós golpe, os comandos das nossas FORÇAS ARMADAS são, em sua grande maioria, ocupados por militares legalistas. Os golpistas se esvaem dentro do Clube Militar.
Encontram-se, pois, estas duas Instituições, frente a frente com duas únicas opções: curvar-se diante do crime comandado pela maior autoridade do Executivo ou, num brado retumbante, fazer valer a tênue voz e direitos da grande maioria de nós brasileiros, que somos solapados dia e noite pela quadrilha política/midiática/jurídica entocada nos mais sombrios gabinetes desse nosso Brasil.

NÃO PERCAM O RUMO, É O QUE EXIGIMOS DE VOCÊS.
É O QUE NOS DEVEM, POR MISSÃO.

Prestes a ser denunciado por corrupção, obstrução judicial e como chefe de quadrilha, Michel Temer partiu para o tudo ou nada.

Além de colocar toda a máquina do estado para quebrar as empresas do grupo J&F, dos irmãos Batista, que o delataram, ele também acionou o serviço secreto para investigar o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

Fachin substituiu Teori Zavascki como relator da Lava Jato e autorizou a ação controlada que flagrou Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Temer, recebendo uma mala com R$ 500 mil em propinas.

O dinheiro, segundo a JBS, era destinado ao próprio Temer.

Nesta noite, Temer foi salvo por Gilmar Mendes, mas ele dificilmente conseguirá manter o apoio de sua base aliada depois de ter partido ostensivamente para a tirania.


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