quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

LUIZ FACHIN OCUPA VAGA DEIXADA POR TEORI ZAVASCKI PARA DESESPERO DE GILMAR MENDES



Ministro Luiz Fachin, o "penetra" inesperado que amputou as saliências de Gilmar Mendes.


Novo relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin declarou, por meio de nota à imprensa, que vai cumprir seu dever com "prudência, celeridade, responsabilidade e transparência"; Fachin também informou que já iniciou os trabalhos de transição com a equipe que trabalhava com o ministro Teori Zavascki; a partir de agora, cerca de 100 processos relacionados à operação, além das delações de executivos da empreiteira Odebrecht, ficarão sob o comando de Fachin; os mais importantes tratam das delações de 77 executivos e ex-funcionários da empresa Odebrecht, nas quais eles detalham o esquema de corrupção na Petrobras.

Na manhã do sorteio, o Ministro Fachin pediu transferência para a 2ª Turma, podendo assim participar (e ganhar) do sorteio, juntamente com Celso de Mello, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowsky e o probo Gilmar Mendes.
  


JORNAL NACIONAL IGNORA PROPINA DE 63 MILHÕES DA ODEBRECHT A AÉCIO NEVES. PROTEGIDO POR SERGIO MORO E OS PROCURADORES QUE SÓ ENCONTRAM O QUE TODOS JÁ SABEMOS OU O QUE A SUÍÇA LHES ENVIA, VAI CONTINUAR TIRANDO UMA DE GRANFINO CHEIROSO. NOS BRAÇOS DA PLUTOCRACIA



Após a pegação de Moro e Aécio em público, jogando de uma vez por todas qualquer resquício de conduta ilibada que ainda se pudesse esperar do magistrado, vamos ver qual será a medida que tomará amanhã contra esse delinquente viciado que deu partida ao golpe que destituiu a digna Presidenta Dilma.



A delação da Odebrecht que denuncia um conluio acertado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) em licitação nas obras da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, quando o tucano era governador de Minas Gerais, não passou pelo Jornal Nacional na noite desta quinta-feira 2.
 
O JN, que liderou a campanha negativa contra o ex-presidente Lula nos últimos anos, ignorou o relato do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, de que as obras ficaram entre 2,5% e 3% acima de seu valor, para pagamento de propina ao tucano.

Detalhes do relato do delator foram publicados em reportagem de Bela Megale, Marina Dias e Mario Cesar Carvalho na Folha de S.Paulo.

Benedicto Júnior afirmou em seu acordo com a Lava Jato que se reuniu com Aécio, quando este era governador, para tratar do esquema. A Cidade Administrativa, que foi orçada em R$ 500 milhões, acabou custando R$ 2,1 bilhões.



A MORTE DE DONA MARISA LETÍCIA E A SOBREVIDA DE SERGIO MORO



A ex primeira dama Marisa Letícia e o ex presidente Lula


Nos últimos dois anos o assunto em pauta na mídia brasileira, nas salas de edições de telejornais, nos departamentos de notícias das emissoras de rádio, nas editorias políticas de jornais e revistas, teve prioridade: o tríplex de dana Marisa e do Lula.
Desde o início o American Judge, aqui conhecido como rábula togado de primeira instância, instalado em Curitiba, teve em seu poder a documentação que isentava Lula; teve cópia dos autos do processo movido por Dona Marisa contra a Cooperativa responsável pelo empreendimento, que não devolveu a ela o dinheiro pago pela cota, quando o empreendimento ainda estava na planta.
Vamos à história real: uma cooperativa de bancários resolveu investir num empreendimento imobiliário, construindo apartamentos de frente para a Praia do Guarujá.
Dona Marisa Letícia interessou-se em comprar uma cota no negócio, que depois se transformaria no imóvel. Lula foi contra, alegando que em ponto turístico seria muita exposição pública, que eles não teriam paz, com o apartamento acabando por virar atração turística também.
Mas... mulheres com jeitinho de meninas são fatais. Dona Marisa deu o jeitinho dela e Lula acabou concordando. Detalhe: a primeira coisa verificada pelo Ministério Público foi se os valores das prestações da cota e as parcelas intermediárias eram compatíveis com os rendimentos de Lala declarados na Receita Federal.
Eram.
A Cooperativa contratou a Empreiteira OAS e as obras começaram.
Meses depois a Cooperativa, por falta de dinheiro, começou a deixar furos com a OAS, levando a empreiteira absorver tudo: os ativos e passivos da Cooperativa no negócio.
Quando isto acontece, por determinação legal, abre-se um espaço para a renegociação dos contratos e até desistências se for o caso, e a isso dá-se o nome de “janela”.
Dona Marisa Letícia aproveitou a janela e desistiu do negócio.
Moro concluiu que não desistiu nada, que a desistência foi só no papel e que o apartamento foi uma doação da OAS por conta de vantagens obtidas no governo Lula, e a partir daí a perseguição começou a ser vorás.
A casa de Lula foi invadida, o Instituto Lula foi invadido, um híbrido de nerd e Play Boy de porta de igreja, com trejeitos de Carmen Miranda, usou o Power Point para mostrar as suas convicções de que Lula era o dono do tríplex e chefe de uma poderosa quadrilha (na lista do assassinado Teori Zavascki há mais de 300 nomes de “amigos” da gang de Curitiba, o nome de Lula não está).
Um demente com jeito de Clodovil bêbado, capaz de confundir Engels e Hegel, algo assim como confundir pipoca com a sua rima e, por via das dúvidas comer as duas, queria pedir a prisão do Lula por causa do tríplex, só não o fazendo porque o STF não permitiu.
A Globo fez do assunto matéria de todos os telejornais, chegando a entrevistar o jardineiro que viu Lula e um decorador visitando o apartamento, que ainda estava sendo construído (como decorar?), entrevistou uma moradora que afirmou ter visto Dona Marisa no apartamento em diversas oportunidades.
A criminosa revista Veja foi além, fez uma vasta reportagem, com fotos de um apartamento de luxo, afirmando terem sido feitas no interior do tríplex de Lula, tratando Dona Marisa Letícia, ex primeira Dama, por “A Dinda do Guarujá”.
Mas, contrariando a banda podre, pútrida, fétida, partidarizada e golpista da Polícia Federal, a verdade apareceu; contrariando a parte mórbida, multinacional, vendida, do Ministério Público, a verdade apareceu; contrariando o braço da CIA e da Mossad (Serviço Secreto Israelense) no Judiciário, de chantagistas de toga, a verdade apareceu.
Moro – desmoralizado após as fotos com afagos e gargalhadas com o gangster citado diversas vezes na Lava Jato, Aécio Neves - deu o processo por concluído, decidindo pelo seu arquivamento, não por insuficiência de provas, mas por provas definitivas, de que o tríplex não é e nunca foi do casal Lula da Silva.
O tríplex pertence à Dona Nelci Warken, que comprou a cota dias depois que Dona Marisa a devolveu, por destrato, de forma legal. O que manteve a nova proprietária calada durante toda a investigação. O que ganhou com isso?
Os demais apartamentos do prédio pertencem à Massak, uma organização criminosa internacional, laranja de grandes empresários, inclusive dos irmãos Marinho, proprietários da Globo, já que o tríplex em Angra dos Reis, de propriedade deles, está no nome da Mossack.
Na mídia, nenhuma palavra, dita ou impressa, esclarecendo a verdade.
O povo brasileiro continuará acreditando que Lula ganhou um tríplex por conta de trambiques em seu governo.
A dona do apartamento e executivos da Mossak foram indiciados, mas falta indiciar o jardineiro, a vizinha e investigar, para saber quem os pagou para mentir, quem pagou à proprietária, para ela ter permanecido calada e, principalmente, tirar o processo das mãos de Moro, por inabilitação: ele não tem como julgar os seus cúmplices.
Coincidência ou não, no dia seguinte ao arquivamento, Dona Marisa Letícia sofreu um AVC, certamente de fundo emocional, e hoje veio a falecer.

Parafraseando texto de Francisco Costa


AÉCIO É LADRÃO - VAZA DELAÇÃO DE EXPEDITO NUNES - EX DIRETOR DA ODEBRECHT



Ladrão, mau caráter e viciado, é o mínimo que se pode falar desse crápula que arruinou o país dando partida ao golpe para depor uma Presidenta de conduta inquestionável, legitimamente eleita pela maioria do povo brasileiro. Aquele abraço e as gargalhadas de Sergio Moro ao seu lado deixa claro que zombavam das nossa caras.

Depois de se unir a Eduardo Cunha para sabotar o Brasil em 2015, quando a política de "quanto pior, melhor" contribuiu para a queda do PIB de 5%, e para colocar Michel Temer no poder em 2016, quando a economia caiu mais 3,6%, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) é o primeiro nome a aparecer nas novas delações da Odebrecht.
 
Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, afirmou em seu acordo com a Lava Jato que se reuniu com Aécio, quando este era governador,  para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa para favorecer grandes empreiteiras. A obra, antes orçada em R$ 500 mi, acabou saindo por R$ 2,1 bi. Empresas teriam repassado cerca de 3% em propinas para o tucano, o equivalente a R$ 63 mi. Além de Benedicto Junior, o superintendente da Odebrecht em Minas, Sergio Neves, também confirmou a fraude.

As informações são de reportagem de Bela Megale, Marina Dias e Mario Cesar Carvalho na Folha de S.Paulo.
"Benedicto Júnior, conhecido como BJ, disse aos procuradores que, após o acerto, Aécio orientou as construtoras a procurarem Oswaldo Borges da Costa Filho. De acordo com o depoimento, com Oswaldinho, como é conhecido, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema.
 
Ainda de acordo com o delator, esses valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.

Oswaldinho é um colaborador das campanhas do hoje senador mineiro, atuando como tesoureiro informal. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o ex-executivo da Odebrecht afirmou que o próprio Aécio decidiu quais empresas participariam da licitação para a obra.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), a Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, custou R$ 2,1 bilhões em valores da época. Foi inaugurada em 2010, último ano de Aécio como governador, sendo a obra mais cara do tucano no governo de Minas.

As informações fornecidas por BJ em sua delação premiada foram confirmadas e complementadas, segundo pessoas com acesso às investigações, pelos depoimentos do ex-diretor da Odebrecht em Minas Sergio Neves.

Sergio Neves aparece nas investigações como responsável por operacionalizar os repasses a Oswaldinho e é ele quem detalha, na delação, os pagamentos a Aécio.
Líder do consórcio, que contou com Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, a Odebrecht era responsável por 60% da obra e construiu um dos três prédios que integram a Cidade Administrativa, o Edifício Gerais."

Nos próximos dias, o procurador-geral Rodrigo Janot deverá denunciar Aécio ao STF por corrupção.