quinta-feira, 22 de junho de 2017

THIAGO PESSOA CAMELO - O ASSASSINO MEMBRO DA FAMÍLIA PESSOA QUE DÁ NOME À CAPITAL PARAIBANA - EXECUTOU O PROFESSOR GUILHERME BARBOSA COM UM TIRO A SANGUE FRIO



ESSE É O ASSASSINO THIAGO PESSOA CAMELO - MEMBRO DA FAMÍLIA PESSOA QUE DÁ NOME À CAPITAL PARAIBANA
ACOSTUMADA A NUNCA TER SEUS MAL FEITOS QUESTIONADOS EM UMBUZEIRO, A FAMÍLIA PESSOA TRATA A PREFEITURA E CADA UM DOS HABITANTES DA CIDADE COMO SEUS PERTENCES.

A PARAÍBA MERECE TER UMA CAPITAL COM UM NOME QUE SÓ LHE TRAGA BOAS LEMBRANÇAS. CHEGA DE SANGUE MANCHANDO AINDA MAIS DE VERMELHO, E DE PRETO ENCHENDO DE LUTO, A BANDEIRA DA PARAÍBA.


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Após livrar o flagrante, ex-prefeito de Umbuzeiro, no Agreste paraibano, Thiago Pessoa Camelo se apresentou, acompanhado de advogado, na 11ª Delegacia Seccional de Queimadas nesta terça-feira (21/06). 

Ele afirmou, segundo a PC, que foi autor do disparo que matou o professor de educação física e candidato a vereador Guilherme Barbosa da Silva, de 50 anos. 

O crime ocorreu domingo (18), em Umbuzeiro. 

O ex-prefeito foi ouvido pelo delegado Danilo Orengo, seccional da 11ªDSPC. 

A versão de Thiago Pessoa - confiando no sobrenome e na fama que tem a família de resolver “todas as paradas” de revolver em punho - é a de que houve uma discussão com o professor e que, por consequência, ocorreu uma luta corporal. 

Após isso algumas pessoas separam os dois e cada foi para seus carros. 

Alegou ainda que quando estava indo embora, a vítima o surpreendeu e tentou retirá-lo do carro. 

Assustado, o ex-prefeito afirmou sacou da arma e atirou. 

O delegado Danilo Orengo vai ouvir outras pessoas para fundamentar ainda mais os procedimentos e remeter o inquérito à justiça que vai determinar se o ex-prefeito deve ser preso ou responderá em liberdade, porém a autoria e a materialidade do crime estão definidas e determinadas. 

Ora, delegado!... 

O professor estava armado? Possuía arma de fogo? 

Quem serão essas pessoas que o assassino apresentará como havendo separado os dois de uma possível briga? 

Não apenas a Paraíba, mas o Brasil todo estará de olho na prisão do assassino que, segundo rumores, executou o professor a sangue frio, por estar incomodado com as verdades que ele falava.