Sessenta e cinco anos depois de ter lançado uma bomba atômica sobre Hiroshima, os assassinos de mais de 200 mil seres humanos civis estarão representados pela primeira vez em 6 de agosto nas cerimônias em memória por este ato de barbárie e marcou o início da era das armas nucleares.
França e Grã-Bretanha, aliados dos Estados Unidos – os assassinos - durante a Segunda Guerra Mundial e também possuidoras desse tipo de armamento, vão se associar nesta iniciativa inédita enviando diplomatas para marcar seu apoio aos esforços para reduzir os arsenais nucleares.
Também pela primeira vez, um secretário-geral da ONU assistirá à cerimônia do Memorial da Paz de Hiroshima. Ban Ki-moon chegará hoje ao Japão para participar das celebrações do 65º aniversário do bombardeio atômico e enfatizar a "urgente necessidade de alcançar um acordo de desarmamento nuclear global", segundo um porta-voz das Nações Unidas, como se houvesse verdadeiramente algum interesse nesse sentido.
Porque foram necessários 65 anos para que tivessem “coragem” de mostrar suas caras durante essas cerimônias?
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Aqui no Nordeste, mais pro interior, costumamos dizer que quando o assassino está presente às homenagens à vítima, o morto sangra. Certamente, transcorrido esse longo período, os assassinos acham que o "morto" não sangrará, mas, o povo japonês sangra há 65 anos, dia após dia, pela humilhação a que foram submetidos, pela presença de bases militares do país usurpador e criminoso de guerra, pela lembrança dos seu antepassados que derreteram como cera sob o furor atômico e pela consciência do sofrimento a que foram expostos.
Aqui no Nordeste, mais pro interior, costumamos dizer que quando o assassino está presente às homenagens à vítima, o morto sangra. Certamente, transcorrido esse longo período, os assassinos acham que o "morto" não sangrará, mas, o povo japonês sangra há 65 anos, dia após dia, pela humilhação a que foram submetidos, pela presença de bases militares do país usurpador e criminoso de guerra, pela lembrança dos seu antepassados que derreteram como cera sob o furor atômico e pela consciência do sofrimento a que foram expostos.
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Em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos despejaram covardemente uma bomba A, a primeira da história, sobre a cidade industrial de Hiroshima, situada no oeste do Japão, habitada exclusivamente por civis. A explosão nuclear não deixou nenhum ser vivo num raio de mais de dez quilômetros e, até os dias de hoje, ainda nascem bebês deformados pela radioatividade.
Em 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos despejaram covardemente uma bomba A, a primeira da história, sobre a cidade industrial de Hiroshima, situada no oeste do Japão, habitada exclusivamente por civis. A explosão nuclear não deixou nenhum ser vivo num raio de mais de dez quilômetros e, até os dias de hoje, ainda nascem bebês deformados pela radioatividade.
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Entre o dia da explosão (06.08.45) e 31 de dezembro do mesmo ano, mais de 250.000 pessoas morreram pela exposição à radiação.
Entre o dia da explosão (06.08.45) e 31 de dezembro do mesmo ano, mais de 250.000 pessoas morreram pela exposição à radiação.
O imperador Hirohito anunciou em 15 de agosto a rendição incondicional do Japão, aceitando a ocupação do país sob o comando dos bárbaros, que até hoje mantêm essa condição, mas sempre de forma disfarçada, aprovando invasões de nações no Conselho de Segurança da ONU com provas fabricadas, como as que utilizaram para arrasar o Iraque como nação, e estão preparando para exterminar o Irã.
Sessenta e cinco anos depois, o atual embaixador dos Estados Unidos no Japão, John Roos, terá o descaramento de depositar, amanhã, uma coroa de flores em Hiroshima.
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O bombardeiro que recebeu carinhosamente o nome da mãe do piloto - Enola Gay - é cuidadosamente mantido preservado, para que ninguém esqueça a que está sujeito.
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"Trata-se de expressar nosso respeito para com todas as vítimas da Segunda Guerra Mundial", anunciou, sem o menor senso de pudor, o Departamento de Estado em Washington.
A maioria dos americanos considera justificável a ação, como um mal necessário para acabar com a guerra e evitar o banho de sangue que teria significado um desembarque no arquipélago, segundo as pesquisas.
Em abril de 2009, Obama comprou o Prêmio Nobel da Paz, ao pedir, em Praga, a construção de um mundo sem armas nucleares.
Usurpadores dissimulados, é o que são.
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não dá também pra ficar vendo só um lado da coisa.
ResponderExcluirMeu...Isso é impressionante.FRANCAMENTE EMBORA SE FOSSEMOS OLHAR O LADO DO RESPONSÁVEL POR TER CRIADO E UTILIZADO QUALQUER TIPO DE BOMBA,NÃO MEREÇE NEM SER OUVIDO.POIS ACREDITO QUE NEM UM TIPO DE COISA QUE SE CLASSIFIQUE SER HUMANO MEREÇA SE DAR AO LUXO DE SE EXPLICAR.NÓS RAÇA HUMANA SOMOS COMPLETAMENTE PODRES DE ESPIRITO,RESOLVI SER ATÉIA POIS ESTOU CERTA QUE SE "DEUS" EXISTE E É AMOR E É PERFEITO E NOS CRIOU A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA ENTÃO HÁ UMA CONTRADIÇÃO MUITO GRANDE.NÓS SOMOS A ERVA DANINHA DESTE MUNDO CURIOSO E MARAVILHOSO.DEUS NÃO EXISTE,UM PAI QUE AMA NÃO IRIA DEIXAR SEUS FILHOS SOFREREM PRO RESTO DE TODA GERAÇÃO.EU SINCERAMENTE GOSTARIA QUE NADA DISTO EXISTISSE,NEM MESMO EU.
ResponderExcluirE deveras lastimavel, quando se ama a morte e dor de tal jeito.
ResponderExcluirTENSO EUA MÓ FARÇANTE FALA EM DESARMAMENTO DE BOMBAS ATOMICAS MAIS FAZ TESTES NUCLEARES ¬¬' VE SE PODE A Q PONTO CHEGAMOS
ResponderExcluirO JAPÃO ATACOU UMA BASE AMERICANA E MATOU SOLDADINHOS AMERICANOS
ELES AMERICANOS JOGAM UMA BOMBA NUCLEAR E MATAM 200 MIL PESSOAS
SABE ESTAVE VENDO SOBRE O ASSUNTO O OS ESTRATEGISTA MILITARES DA EPOCA FALARAM PARA O PRESIDENTE Q UM BLOQUEIO NAVAL SERIA O SUFICIENTE
ELE JOGA A BOMBA E AINDA É APLAUDIDO PELOS AMERICANOS
Caro rodolfo. Parabéns pelo blog.
ResponderExcluirSei que a família Arruda é grande, e meu pai (Manoel Arruda) era pernanbucano, veio para Alagoas formou família aqui. Um primo actagenário de meu pai também é de Pernambuco de nome Zair Arruda, ele é farmaceutico assim como o seu pai.
Será a mesma família?