quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Desbaratado Golpe Contra a Candidatura de Dilma

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Indivíduos do Capital e da região de Sorocaba, com diversas passagens pela polícia (roubos, receptação, assaltos à mão armada, seqüestros etc.) foram contatados por políticos ligados ao PSDB local através de um elemento intermediário com trânsito mútuo;

Foram informados de que “prestariam serviços” e levados até um shopping da cidade de São José do Rio Preto;

Lá mantiveram encontro com outras três pessoas, descritas como “muito importantes”, e receberam um adiantamento em dinheiro vivo;

Não se tratava de qualquer encomenda de morte, assalto ou ato criminoso tão comum para os marginais recrutados;

Imediatamente, tais bandidos foram levados até o Rio de Janeiro, a um bairro identificado como Jardim Botânico, onde ficaram confinados por dois dias;

Uma equipe de TV, num estúdio particular, gravou longa entrevista com os bandidos. O script era o seguinte: “somos do PCC, sempre apoiamos o governo Lula e estamos com Dilma”. Não fugiu disso, com variações e montagens em torno de uma relação PCC/Lula/PT/Dilma;

Os bandidos recrutados também foram instruídos a fazer ligações telefônicas para diversos comparsas que cumprem penas em penitenciárias do Estado de São Paulo. A ordem era clara: simular conversas que “comprovassem” a ligações entre o PCC e a campanha de Dilma;

Tudo foi gravado em áudio e vídeo;

A farsa começou a ser desmontada quando o pagamento final pelo serviço veio aquém do combinado;

Ao voltarem para São Paulo, alguns dos que gravaram a farsa decidiram, então, denunciar o esquema, relatando toda a incrível história acima com riqueza de detalhes;

As autoridades já estão no encalço da bandidagem. De toda a bandidagem;

A simulação seria veiculada por uma grande emissora de TV e por uma revista depois do término do horário eleitoral, causando imenso tumulto e comoção, sem que a candidata Dilma Rousseff, os partidos que a apóiam e o próprio governo Lula tivessem o tempo de denunciar a criminosa armação;

Essa é a “bala de prata”. Já se sabe seu conteúdo, os farsantes e o custo, além dos detalhes. Faltam duas peças: quem mandou e quem veicularia (ou ainda terá o desplante de veicular?) a maior fraude da história política brasileira;

Com a palavra, as autoridades policiais.

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O Maior Crime de Joaquim Roriz

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Primeiro cassado, agora caçado.
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De que todos nós sabemos do comportamento inidôneo do político Joaquim Roriz, ninguém tem dúvida; ninguém também desacredita que sua esposa e filhos sempre tiveram conhecimento  dos métodos que  levaram a todos eles ao enriquecimento rápido e fácil.
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Em situações como essa, em que o político apeia da sua condição de homem, de esposo e, principalmente, de pai, sempre me inquietaram outros questionamentos, tais como: entre tanta falcatrua, tanta energia despendida em montar “esquemas” contra o povo, tanta ganância incontida, será que em nenhum momento emergiu do poço da sua massa outrora cinzenta e agora parda uma ínfima preocupação com o sofrimento que viria a impingir aos seus filhos, esposa, netos?... Ou todos eles, acreditava o político, também já não sentiriam mais vergonha alguma?
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 Companheiros de dissabores.
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O que se sabe dos seus crimes contra o povo não chega a 5% do que efetivamente deve ter praticado, já que faz parte de uma geração de gangsteres travestidos de homens públicos que, protegidos por leis entrecortadas de brechas engolidoras da moralidade, encontraram diversas maneiras de se locupletar à margem da justiça, sem dar ouvidos ao clamor público por decência, sem medo de se ver engaiolados, sem vergonha de, mesmo com uma ficha suja empurrada goela a dentro por milhões de assinaturas de brasileiros, insistirem em continuar mamando nas dezenas de tetas pelas quais jorram incessantemente benesses de todos os sabores  no congresso nacional.
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 Wesliane e Joaquim
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Mas, na análise desse blogueiro, todos os crimes praticados por Joaquim Roriz ao longo da sua enlamaçada trajetória de homem impudico, parecem infantis deslizes, quando comparados ao crime de atirar às feras, aos holofotes, aos inimigos, à opinião dos milhões que cassaram seu “direito” de representá-los, aos adversários políticos em debate televisivo, sua própria esposa, a mãe dos seus filhos que um dia foi sua namorada, sua noiva, e a ele dedicou toda sua vida, ao ponto de elamear-se na mesma poça por ele cavada para "abrigá-los", sob o nauseabundo olhar da sociedade.
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Que bicho é esse?!...

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Collor Frauda Pesquisa em Alagoas

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Sempre engatilhado para assassinar a honra.
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O MPE (Ministério Público Eleitoral) pediu nesta terça-feira (28) a cassação do registro da candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB) ao governo do Estado de Alagoas, sob alegação da prática de “abuso de poder econômico” e “utilização indevida de meios de comunicação social consistente na realização de pesquisa eleitoral fraudulenta”. A ação pede ainda a inelegibilidade do senador pelo prazo de oito anos.
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A pesquisa foi feita pelo Gape (Gazeta Pesquisa) e divulgada pelo jornal "Gazeta de Alagoas", ambos da OAM (Organização Arnon de Mello), de propriedade da família Collor. Para o MPE, houve fraude na escolha da representação dos eleitores entrevistados, a fim de beneficiar o ex-presidente da República.
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Atendendo ao apelo de toda a sociedade... 
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A ação é resultado das investigações de um inquérito civil público, instaurado para analisar a disparidade entre os resultados das pesquisas do Gape e do Ibope, divulgadas no dia 24 de agosto.
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De acordo com a pesquisa do Gape, Collor lideraria a disputa pelo governo com 38% das intenções de voto, enquanto o Ibope colocou o ex-presidente com 28%, empatado tecnicamente com Ronaldo Lessa (PDT), com 29%. Segundo o Gape, Lessa teria 26%.
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Após analisar os 1.055 formulários com as entrevistas, o MPE concluiu que a pesquisa do Gape “não representou fielmente o eleitorado alagoano”.
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Segundo a investigação, houve deturpação no número de eleitores que ganham até um salário mínimo com “o claro fim de se beneficiar o candidato”.
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... a juventude "carapintada" do Brasil, tratou de expulsá-lo. 
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Para o MPE, “essa faixa da população é a que tem maior peso na pesquisa e nela o candidato Fernando Collor tem excelente desempenho, com 41% da preferência, contra 20% de Ronaldo Lessa e 18% de Teotonio Vilela”.
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O procurador eleitoral Rodrigo Tenório ainda afirmou que o jornal "Gazeta de Alagoas" teria induzido ao erro os leitores ao apontar que Lessa e Collor estavam empatados tecnicamente, segundo o Ibope, excluindo da manchete o nome do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), que também estaria em igualdade.
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"Além de atrair os eleitores que optam pelo voto útil, a pesquisa tem grande influência no financiamento da campanha. Por óbvio, os grandes financiadores procurarão os candidatos com maiores chances de ganhar", afirmou Rodrigo Tenório, em nota do MPE.
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Mídia Falsifica Notícia Sobre Censura do “PT”

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Os grandes jornais, rádios e redes de TVs do Brasil publicaram dias atrás uma notícia falsa e mentirosa que deu base a uma burlesca cruzada cívica contra uma suposta ameaça à liberdade de imprensa no país, partindo do PT e do governo Lula. No dia 14 de setembro, o jornal O Estado de São Paulo publicou matéria intitulada “Na BA, José Dirceu critica excesso de liberdade de imprensa no Brasil”. Um trecho da “reportagem”:
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"Em palestra para sindicalistas do setor petroleiro da Bahia, na noite desta segunda-feira, 13, em Salvador, o ex-ministro da Casa Civil e líder do PT José Dirceu criticou o que chamou de excesso de liberdade da imprensa. 'O problema do Brasil é o monopólio das grandes mídias, o excesso de liberdade e do direito de expressão e da imprensa', disse."
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As declarações atribuídas a José Dirceu são falsas. Mais grave ainda: ele disse exatamente o contrário: “Não existe excesso de liberdade; para quem já viveu em ditadura não existe excesso de liberdade”.
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A mesma matéria falsa e mentirosa foi reproduzida por dezenas de outros veículos de comunicação em todo o Brasil. Algum desmentido? Algum “erramos”? Nada. Do alto de uma postura arrogante e cínica, os editores desses veículos seguiram reproduzindo a “notícia”.
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Um outro exemplo, no mesmo contexto da suposta ameaça à liberdade de imprensa que estaria pairando sobre a vida democrática do país. Há dois escandalosos casos concretos de censura registrados na campanha até aqui: ambos foram protagonizados por tucanos. O candidato José Serra exigiu que fossem apreendidos os arquivos de vídeo que registraram sua discussão com a jornalista Márcia Peltier, durante entrevista na CNT. O “democrata” Serra se irritou com as perguntas, ameaçou abandonar o programa e exigiu que as fitas fossem entregues à sua equipe, o que acabou acontecendo. O outro caso ocorreu agora no Paraná, onde o candidato do PSDB ao governo do Estado, Beto Richa, conseguiu proibir na Justiça a divulgação de pesquisas eleitorais.
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Onde está a indignação e a ira dos jornalistas, juristas e intelectuais que denunciaram o “mal a ser evitado”? Umvídeo divulgado na Net mostra que as práticas da chamada grande imprensa estão ultrapassando o âmbito da manipulação editorial e ingressando na esfera do crime organizado. É um absurdo que jornalistas que se julguem sérios e que respeitem a profissão que abraçaram sejam cúmplices e/ou omissos diante desse tipo de coisa.
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O PT e os partidos e organizações sociais que apóiam a candidatura de Dilma Rousseff poderiam convidar jornalistas internacionais para acompanhar o que está acontecendo no Brasil e divulgar para o resto do mundo esse tipo de prática.

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