segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ataque dos EUA Contra o Irã Está Pronto.


 Está chegando a vez do Irã.
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O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse hoje – 02.08.10 -  que está disposto a manter um diálogo "cara a cara" com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, transmitido para todo o mundo pela TV, para tratar de "questões mundiais". Em discurso transmitido pela televisão iraniana, Ahmadinejad deixou claro que gostaria de encontrar Obama em Nova York, nos EUA, durante a Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), prevista para setembro.

 Estilo norte americano de conversar com os adversários.
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"Tenho que viajar em setembro a Nova York para participar na Assembléia Geral das Nações Unidas. Estou disposto a sentar com Obama, cara a cara, de homem para homem, para falar livremente sobre questões mundiais, diante dos meios de comunicação, para encontrar uma melhor solução", colocou.


A poucos dias do 65º aniversário das Bombas Atômicas despejadas pelos norte americanos sobre duas cidades japonesas quando a guerra já estava perdida para eles, esta é uma opção que não deve ser descartada.
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A Casa Branca, como já havia feito quando Bush recebeu o mesmo convite, calou sobre o assunto. Claro que Obama também não aceitará o desafio, pois sabe que Ahmadinejad não tem papas na língua nem medo de apontar a podridão em que está assentado seu governo.

Já o ministro brasileiro do Exterior, Celso Amorim, disse estar "muito otimista" sobre a possibilidade de o Irã e as potências nucleares reatarem negociações em breve. Em entrevista ao jornal argentino "Clarín", o chanceler afirmou que, "se houver negociações", o Irã pode suspender o enriquecimento de urânio a 20% - nível próprio apenas para fins medicinais.

 Míssil iraniano que alcança Israel.
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As proposições do presidente iraniano vieram depois que as tensões entre os Estados Unidos e o Irã voltaram a emergir ontem, depois que o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas, almirante Mike Mullen, afirmou que seu país tem um plano pronto para atacar o Irã. "A opção militar tem estado sobre a mesa e segue sobre a mesa", afirmou Mullen no programa "Meet the Press",  (Encontro na TV) da NBC,  em tom ameaçador, na posição do militar de maior hierarquia no país. "É uma das opções que o presidente Barack Obama tem, e pode adotar quando julgar conveniente aos interesses americanos.

 Israel se encarregará de efetuar grande parte dos ataques.
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Ele ressaltou, no entanto, que está extremamente preocupado com as consequências que uma ofensiva como essa pode ter. "De novo, espero que nós não cheguemos a esse ponto, mas é uma opção bastante provável, e que isso fique multo claro.”,  declarou o oficial.


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