quarta-feira, 19 de outubro de 2016

QUE MORO NÃO OUSE CONFUNDIR O GANGSTER EDUARDO CUNHA COM O LÍDER E MELHOR PRESIDENTE DO BRASIL LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA





Parafraseando o INTERCEPT.


Que Sergio Moro não ouse confundir alhos com bugalhos ao prender esse gangster de altíssima periculosidade que é Eduardo Cunha, e achar que agora pode fazer o mesmo com o ex-presidente Lula.

Achar que a prisão desse rato de esgoto limpa a mancha da parcialidade, entranhada na sua imagem e que o acompanhará pelo resto da vida, está muito enganado.

A quantidade e variedade dos crimes cometidos pelo deputado cassado, vão muito além dos que constam em sua ficha criminal, parte dela, inclusive, só tomamos conhecimento no Brasil por conta da competência dos profissionais suíços.

Os crimes que a lava-jato quer imputar, sem provas, ao ex-presidente Lula, são uma vergonha para o Ministério Público e para o Judiciário brasileiro como um todo.

Finalmente o nosso político mais bandido foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira, dia 19, mas, sem vazamentos para a imprensa, sem espetacularização... indo primeiro à sua residência no Rio (onde se sabia que ele não estava), para só depois do almoço irem a sua casa em Brasília. Porque não adotaram a estratégia de no mesmo segundo abordarem as duas residências? Porque queriam passar a impressão de que ele já estava esperando porque alguém da sua residência no Rio lhe avisou, e não o Japonês da Federal... Cadê ele?!!! Ainda não apareceu!!!!!!


O gangster maior teve sua casa revirada por agentes em busca de provas que liguem o então homem forte com o esquema de propinas na Caixa Econômica Federal. Levando em consideração a notícia de que a Justiça Federal bloqueou mais de R$ 220 MILHÕES dos seus bens, parece inegável que o montante de acusações justifiquem sua prisão. A dúvida é se essa ação representa justiça sendo feita ou uma ovelha sendo oferecida em sacrifício para as massas. Para quem carrega as bandeiras de “Fora Cunha” e “Fora Temer”, parece um momento mais adequado à vigilância que à celebração.

O desprezo a Cunha por grande parte da população atingiu níveis estratosféricos com seu papel chave na articulação da expulsão de Dilma Rousseff. O ódio e desespero sobre tudo o que tramitou injustamente em Brasília ficou focado nas figuras de Eduardo Cunha e Michel Temer. (São farinha do mesmo saco, afinal. “Michel é Cunha”, assegurou o aliado Jucá.)

Além da imagem de usurpador escorregadio que Temer representa na consciência coletiva da oposição, não existe uma figura que melhor desminta a promessa de “impeachment para livrar o país de corrupção” do que um líder do partido-parceiro mais próximo ao PT nos esquemas de corrupção: ele mesmo é acusado de embolsar dezenas de milhões de reais através de contratos corruptos. Já a palavra “Cunha” virou quase um xingamento para milhões de brasileiros. Ele é tão odiado que nem consegue andar em aeroportos sem apanhar de tiazinhas sob uma trilha sonora de vaias.

O CARINHO DE MORO COM CUNHA AO PRENDÊ-LO - APÓS O ALMOÇO, DE MALAS PRONTAS, SEM ALGEMAS E SEM FILMAGEM. FORAM ORDENS EXPRESSAS DO ÍNCLITO JUIZ






O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso em Brasília. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na primeira instância da Justiça, determinou nesta terça-feira a prisão do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O pedido é de previsão preventiva, ou seja, por tempo indeterminado.

Moro mostrou-se bastante carinhoso com Eduardo Cunha, uma vez que não foi acordado ainda de pijama às 6 da matina, sem tomar o café matinal e tendo que jogar apressadamente umas cuecas dentro de uma sacola qualquer. Também não teve espetacularização com vazamento para a imprensa e transmissão ao vivo para todo o país. Era assim que Moro vinha prendendo os suspeitos, foi assim que ele teve o descaramento de agir com relação ao ex-presidente Lula. Nenhum dos detidos antes de Cunha tem um décimo da periculosidade e da senvergonhice do ex-presidente da Câmara dos Deputados, que já está confirmado como o maior ladrão da história do Brasil.
Ele já está a caminho do hangar da Polícia Federal em Brasília para embarque a Curitiba. A previsão de chegada na capital paranaense é entre 17 e 18h.

Os procuradores sustentaram que a liberdade do ex-parlamentar representava risco à instrução do processo, à ordem pública, como também a possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior, além da dupla nacionalidade (Cunha é italiano e brasileiro).

MORO ABRE AÇÃO PARA INVESTIGAR PROPINA A FALECIDO DO PSDB






O juiz federal Sergio Moro recebeu uma denúncia do Ministério Público Federal contra os executivos Idefonso Colares Filho, ex-diretor do grupo Queiroz Galvão, e Erton Medeiros, empresário ligado à Galvão Engenharia, na Operação Lava Jato. Os empreiteiros se tornaram réus por corrupção ativa pelo oferecimento de R$ 10 milhões em propina, em 21 de outubro de 2009, ao então presidente do PSDB Sérgio Guerra (falecido em 2014), diz reportagem do Estado de S.Paulo.
 
"A Procuradoria da República, no Paraná, aponta que os valores teriam sido repassados a Sérgio Guerra e ao deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) para barrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás daquele ano. A denúncia sustenta que reriam participado dos acertos o então diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, e os intermediadores de pagamento de propinas Alberto Youssef e Fernando Antônio Falcão Soares.

Eduardo da Fonte foi denunciado perante o Supremo Tribunal Federal. A pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o Supremo desmembrou o inquérito em relação aos investigados sem foro privilegiado para a 13ª Vara Federal de Curitiba, sob a condução de Sérgio Moro.

“Quanto a Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef e Fernando Antônio Falcão Soares, provavelmente não foram denunciados por conta dos acordos de colaboração e das prévias condenações. Mas o Ministério Público Federal não explicitou os motivos”, afirmou Moro na decisão que recebeu a denúncia. “De todo modo, presentes indícios suficientes de materialidade e de autoria em relação aos acusados Ildefonso Colares Filho e Erton Medeiros Fonseca, recebo a denúncia contra eles.”