sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Arthur Bispo do Rosário - XXX Bienal










A obra do maravilhoso artista e paciente "esquizofrênico" Arthur Bispo do Rosário tornou-se o modelo da arte brasileira de vanguarda no século 20. A sua arte atrai a atenção de especialistas e amadores das artes desde os anos de 1980. Graças a Instituições como o Museu de Imagens do Inconsciente e ao trabalho de críticos e curadores, sua obra se tornou uma unanimidade, com direito a representar o Brasil na Bienal de Veneza. Bispo é reconhecido como uma espécie de “reencarnação” de aclamados ícones da modernidade.




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Enfim, Felipão.





Aonde queremos chegar ele sabe, sorte ele tem, currículo também. Só nos resta torcer.


O atacante Luan, do Palmeiras, tem provavelmente o pior aproveitamento do Campeonato Brasileiro entre os jogadores da posição. Ele não faz gol, não cabeceia, não sabe cruzar, não acerta passe (a não ser quando erra), vive sendo expulso por bobagem. Mas marca e corre o jogo todo e, assim, se tornou um dos talismãs de Luiz Felipe Scolari em sua segunda passagem pelo Palmeiras – aquela em que levou o clube ao seu primeiro título nacional da era pós-Parmalat (sim, fazia tempo) e, ao mesmo tempo, abriu um buraco para o rebaixamento poucas semanas depois.

É possível que os vizinhos de Luan tenham ouvido um grito de alegria quando foi confirmado o retorno do treinador à seleção brasileira, exatos dez anos depois da conquista do penta na Copa do Japão e da Coreia.

Havia, inclusive, alguns Luans naquele time vitorioso: Belletti, Kleberson, Anderson Polga…Tinha tudo para ser uma tragédia. Deu no que deu.

Quem já teve o time treinado por Felipão e seu fiel escudeiro, Flávio Murtosa, sabe o que é viver na era dos extremos. Os fãs dirão sempre que a Copa de 2002 foi vencida graças ao treinador, que instituiu a família Scolari, apostou em nomes de sua confiança, fez pouco caso de Romário e botou a máquina para funcionar. Outros dirão que a Copa foi vencida apesar dele. E que os méritos são todos de Rivaldo e Ronaldo, os dois últimos gênios do futebol brasileiro.

No que os fãs revidariam: com Oseas e Paulo Nunes, ele foi campeão do mesmo jeito.

Não deixa de ser verdade.

Como é verdade também que, desde a Copa de 2002, Felipão deixou de fazer jus, muitas vezes, ao título de super-treinador, obtido com mérito graças às conquistas dos times sob seu comando, sobretudo a partir dos anos 1990 (três Copas do Brasil, um Brasileiro, duas Libertadores e, claro, a Copa do Mundo). Desde então, o máximo que conseguiu foi levar a seleção de Portugal a uma final de Eurocopa e às semifinais da Copa de 2006. Não é pouco, dirão os fãs. Mas perdeu para a Grécia (a Grécia!) uma final ganha, dirão os detratores.

Felipão deixou o Palmeiras em baixa quando a queda para a Série B parecia inevitável. Os torcedores que o adoram dirão sempre que ele fez o que pôde e, se tivesse um elenco melhor, seria campeão brasileiro, da Libertadores, do Mundial de Clubes e da Recopa em Marte. Os desconfiados dirão que ele foi embora tarde. Que a responsabilidade por escalar o time (e afastar atletas como o atacante Kleber) era dele e lembrarão sopapos homéricos, como os 6 a 0 para o Coritiba e as surras para os maiores rivais (perdeu a maioria dos confrontos para Corinthians e São Paulo).

Goste-se ou não, um velho jeito de jogar futebol parece a caminho da seleção. Sem Mano Menezes, o time ganha carisma, é fato, mas pode sofrer com a volta de velhos Luans (ou a estreia do atacante palmeirense que dá nome ao adjetivo). As dúvidas são muitas. Jogaremos com oito volantes? Marcos Assunção será o camisa dez? O esquema vai ser “bola na área e salve-se-quem-puder”? Resgataremos o 9-0-1?

Em 2002 não foi assim. O time aprendeu a colocar a bola no chão e levou o título de forma invicta, batendo times como a Inglaterra e a Alemanha. (“Roubaram a Bélgica nas oitavas, a Inglaterra era um lixo e a Alemanha jogou sem o Ballack!”, gritam aqui os pessimistas).

Felipão volta à seleção, portanto, da mesma forma que a encontrou pela primeira vez: sem unanimidade. Pode ser um tira-teima. Agora não haverá Ronaldo nem Rivaldo. Neymar vai desencantar? Kaká será capaz de liderar o time? Ganso vai ganhar chance? A zaga vai funcionar?

As dúvidas são muitas, mas uma coisa parece certa. Felipão é o nome certo para torneios de tiro-curto. Estrela ele tem. Currículo também. Só que a mesma estrela e o mesmo currículo andam meio apagados pelo tempo. Com ele – e o provável coordenador técnico Carlos Alberto Parreira – de volta, a seleção brasileira será a equipe com mais cara de anos 1990 entre os rivais, que se inovaram, se reciclaram e se tornaram mais competitivos. Isso é ruim? Talvez não. Mas é bom lembrar: em 1994, o competitivo Grêmio de Felipão e Jardel era capaz de bater a Espanha de Javier Clemente e Luis Enrique. Hoje todo time de Felipão é uma versão atualizada daquele Grêmio vitorioso, mesmo sem a letalidade dos velhos tempos. A Espanha de Xavi e Del Bosque, por sua vez, é nem sombra daquela escola. Não por acaso, é a atual bicampeã europeia e campeã do mundo.

Nem sempre talento ganha jogo, diz o chavão, e é justamente a falta de talento que tem tirado, nos últimos anos, o brilho da seleção – e não apenas os eventuais erros de treinadores como Mano Menezes e o horripilante Dunga.

Felipão terá um ano e meio para recuperar esse brilho duplo, dele e da seleção. E só o título dirá como ele será lembrado a partir de agora: se como o salvador que fez dois raios cair num mesmo lugar ou se como o homem que ofuscou a própria história conquistada 12 anos antes. É um desafio arriscado. Mas desafio não é para fracos. E fraco Felipão já mostrou que não é.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Carniceiros Israelenses São Flagrados Agredindo Mulheres Palestinas









O vídeo flagra a agressão praticada pelas autoridades israelenses contra uma família Palestina na cidade de Yaffa (Jafa).





Aqui a família estava protestando dentro de uma casa abandonada na cidade de Yaffa quando a policia Israelense invadiu o local para aprender o rapaz que aparece no vídeo. Quando a sua irmã tentou ajudá-lo, ela também foi ofendida e agredida pela polícia.


Em fim o rapaz e sua irmã foram aprendidos.

domingo, 25 de novembro de 2012

PGR Promete Continuar Investigações da CPMI do Cachoeira








Essas informações permitirão que o Ministério Público Federal dê continuidade a esse trabalho de investigação”. A frase é do Procurador Geral da República, Roberto Gurgel ao receber nesta quinta-feira (22), uma representação referente à CPMI do Cachoeira das mãos do senador  Randolfe Rodrigues, acompanhado dos senadores Pedro Taques,  Pedro Simon e 

O documento foi elaborado em contraponto ao relatório final da CPMI do Cachoeira relatado pelo deputado Odair Cunha  (PT-SP), apresentado  e que depois de duas tentativas de apresentação, será lido somente na próxima quarta-feira (28).  Ao receber a representação, Roberto Gurgel disse dar continuidade às investigações

De acordo com Randolfe o relatório do deputado Odair Cunha, embora tenha cinco volumes, não corresponde ao conjunto das investigações realizadas pela Comissão.  No documento do relator mais de 40 pessoas foram indiciadas, porém foram desprezadas algumas investigações que na visão do Senador Randolfe Rodrigues são imprescindíveis para aprofundar as relações da organização criminosa de Carlos Cachoeira com agentes públicos.

“Aproximadamente 160 requerimentos, em grande parte propostos por esses parlamentares que assinam a representação, não foram sequer apreciados pela Comissão. Entre eles o pedido de quebra de sigilos de 15 empresas consideradas fantasmas que receberam recursos da construtora Delta”, lembra Randolfe, destacando que a Comissão deixou de investigar 80% das empresas fantasmas que receberam recursos da Delta.
De acordo com Randolfe, essas empresas tinham como única finalidade receber recursos da empreiteira. Levantamento feito pela assessoria do Senador mostra que elas receberam mais de R$ 500 milhões da Delta, enquanto que no relatório da Comissão foi possível apurar apenas R$ 100 milhões desse montante.  Outro ponto destacado na representação entregue hoje,  sãos os contratos firmados entre a Delta e o governo do Rio de Janeiro.

Mesmo assim não existe uma linha do relatório que aborde essa questão e sequer cite o governador do estado Sérgio Cabral. Para Randolfe uma clara manobra da Comissão para não investigar Cabral.

Retaliações: Durante a conversa com o grupo de parlamentares, Gurgel disse que vai esperar a leitura do relatório final da Comissão para confirmar as informações de que o documento pede para que ele seja investigado. O procurador se mostrou tranquilo quanto à essa informação e diz considerar normal a atitude do relator. “São frequentes as retaliações quando o Ministério público cumpre seu papel de investigar. Impedir o MP de investigar é um atentado ao Estado de direito, é uma forma de desfigurar a instituição”, enfatizou Gurgel.

Do Blog do Randolfe




quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Aos 11 Anos, a Virgindade em Troca de um Doce




Na cidade que possui a maior população indígena do país, meninas são exploradas sexualmente e chegam a trocar sua virgindade por doces, frutas e celulares.




São Gabriel da Cachoeira, na fronteira do Brasil com a Colômbia, possui 29 mil índios de 22 etnias.

Para a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Irmã Justina Zanato, é muito difícil combater esse tipo de exploração sexual, pois os abusadores são brancos, ricos e influentes na região. "Eles têm o poder que grita mais alto, que é o dinheiro", lamenta. 





Assista ao vídeo.







quinta-feira, 15 de novembro de 2012

LEONARDO BÓRIS - Mais Um da CBN a Nos Decepcionar





Leonardo Boris - O repórter que odeia nosso ídolo Neymar.



Em vésperas de jogo do Náutico, estou sempre ligado na JC-CBN, já que em questões de política nem sempre consigo ficar sintonizado nela por algum tempo.

Mas, com relação a futebol, sim! É na JC-CBN que assisto os jogos do Náutico, coisa que só voltei a fazer este ano, com o Timbu na primeira divisão.

Sempre estou ligado antes do meio dia, nos finais de tarde (no rádio do carro ao voltar do trabalho) e, quando é domingo e estamos indo à praia, aproveito para saber se temos mesmo condições de continuar na primeira divisão, porque acreditamos que, a partir de 2013, com nossa "arena" concluída, os clubes pernambucanos serão menos espoliados pela arbitragem, e terão também mais recursos por conta da torcida que retornará ao estádio, sentido-se agora mais segura.

Vez por outra não concordo com algum posicionamento dos debatedores, o que é normal, mas, nunca nenhum deles me deixou mais irritado do que o de LEONARDO BORIS hoje próximo ao meio dia, quando retornávamos de Boa Viagem.

Por ser feriado e já estando próximo da hora do almoço, talvez já tivesse entornado algumas, pois, só isso justificaria sua indisposição para com o nosso menino de ouro Neymar.

Saiba BORIS, que o Neymar é um bom e irreverente garoto, craque de bola, misto de Pelé e Garrincha. Isso mesmo: tem muito do que Pelé e  Garrincha tinham de melhor.

O que lhe incomoda tanto nesse menino, que um simples pênalti perdido na noite de ontem no jogo do Brasil contra a Colômbia, levou-o a reduzir a zero a carreira brilhante desse brasileiro que optou por fazer a alegria dos nossos gramados em vez de correr atrás dos Euros ofertados pelos maiores clubes do mundo?

Além de prever que ele ficaria no banco de qualquer clube europeu, você citou que Neymar era - alguma coisa como inconsequente, não lembro mais - enquanto Pelé era um homem já aos dezessete anos.

Saiba BORIS, que quem foi homem aos 17 anos foi o Neymar, que teve a honradez de assumir, sustentar, e estar presente na vida do filho da primeira namorada, enquanto Pelé - que teve toda a vida para fazer o mesmo com sua filha Sandra Regina - não foi capaz de fazê-lo, levando-a, ao morrer prematuramente, não permitir que o sobrenome Arantes do Nascimento constasse da sua lápide - embora a justiça e o exame de DNA tivessem lhe dado esse direito.

Neymar muda de cabelo a quase toda a semana, e nós aguardamos por isso como aguardamos por um dos seus desconcertantes dribles ou gools de placa. É um bom menino, que curte o que a garotada da sua idade curte, e quando dá entrevistas não fala as besteiras que o "Rei" - como insisstiu você - costuma falar.

Sua postura, LEONARDO BORIS, é a de alguém extremamente frustrado. Não sei nada sobre você nem preciso ou quero mais saber, mas, com certeza, você deve ter tentado jogar futebol, e está claro que não conseguiu.

Faça terapia, pois assim você não volta a deixar Manoel Queiroz e Ralph de Carvalho desconcertados pela opção de não lhe contradizer no ar, e não estraga o domingo nem o almoço dos ouvintes.