terça-feira, 28 de julho de 2015

Cássio Cunha Lima troca a esposa por amante, e emprega a nova sogra e cunhado





Cássio e Jacilene, com um desconhecido político

                       paraibano no centro



O DCM tem como política editorial não se intrometer na vida privada das pessoas – a não ser quando isso tenha um claro interesse público.
É o caso do líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima, hoje vociferando discursos em nome da ‘ética’.
Cunha Lima pratica uma estranha forma de meritocracia.
Quando governador da Paraíba, cargo em que foi cassado por abuso do dinheiro público, ele empregou Jacilene Azevedo em seu governo.
Nada demais, se não fosse o detalhe de que Jacilene era sua namorada – e não foi vista nenhum dia na repartição na qual estava supostamente lotada.
“Nem no dia do contracheque”, segundo a mídia paraibana.
Também a mãe de Jacilene arrumou um emprego público, por conta de um primo de Cássio Cunha Lima eleito prefeito de Campina Grande.



O irmão dela foi igualmente aquinhoado.
Jacilene é apontada como o pivô do divórcio de Cunha Lima, e circula hoje com ele. Na Paraíba, especulam quando será o casamento.
Ela virou notícia quando um vídeo em que ela dava um beijo na boca do então governador apareceu no YouTube. Cássio era casado, e sua equipe alegou que o beijo fora obra de uma fã “entusiasmada”.
Segundo a imprensa da Paraíba, ela foi apanhada pela Polícia numa campanha para um apaniguado do namorado num carro com dinheiro vivo para distribuir a desvalidos em troca de voto – uma prática lamentavelmente ainda comum na região.
Por conta da campanha que faz contra o governo de Dilma, Cunha Lima tem sido entrevistado com frequência pela mídia nacional.
Mas ninguém toca em seu passado.
Em 2010, cassado, ele já era conhecido pelo seu perfil Ficha Suja, mas ainda assim pode concorrer e vencer a eleição para Senador. Ele se valeu da decisão do STF de só aplicar a nova Lei da Ficha Suja a partir das eleições de 2012.
Ele foi seriamente considerado, em 2014, para coordenar a campanha de Aécio. Repórter nenhum questionou Aécio, ou qualquer outro líder nacional tucano, sobre os modos e costumes de Cássio.
Livre de explicar seu obscuro passado, ele acabou se convertendo em mais uma amostra da blindagem de que gozam tucanos perante a mídia.




Uma explicação para o surto de ‘golpismo midiático’ na América Latina










O maior confronto enfrentado na América Latina atualmente é “a batalha midiática”, desde pelo menos o ano de 2002, quando a tentativa frustrada de derrubar Hugo Chávez na Venezuela deu início a um novo tipo de golpe de Estado, o “golpe midiático”, transferindo aos meios de comunicação privados o papel de partido político nas oposições aos governos da “guinada à esquerda”.
A avaliação foi feita pelo jornalista e professor Ignacio Ramonet, ex-editor do jornal Le Monde Diplomatique, na palestra de abertura do congresso “Comunicação e Integração Latino-Americana”, realizado entre os dias 22 e 23 de julho em Quito, capital do Equador.
Organizado pelo Ciespal (Centro Internacional de Estudos Superiores da Comunicação para a América Latina), o evento comemorou os dez anos de fundação da Telesur, canal multinacional de televisão mantido por diversos governos da região. Fundada por iniciativa de Chávez três anos após o golpe fracassado, a emissora nasceu com o papel de promover uma alternativa na cobertura das notícias latino-americanas, feita por jornalistas e comunicadores da própria região.
“Nos últimos 15 anos, todos os governos progressistas que chegaram ao poder democraticamente na região vêm sendo mantidos por via eleitoral. Nenhum deles foi derrotado nas urnas. Por isso, a resistência à mudança vem sendo cada vez mais brutal, apelando para novos tipos de golpes, alguns com fachada judicial, parlamentar, e sempre com forte ajuda da mídia”, disse Ramonet, lembrando os casos do Paraguai, Honduras e investidas recentes na Argentina e no Brasil.”




PRONATEC APRENDIZ COMEÇARÁ EM ÁREAS MAIS VIOLENTAS









Presidente Dilma lançou nesta terça-feira a primeira fase do programa, que cria 15 mil vagas visando a qualificação de jovens com idades entre 14 e 18 anos; de acordo com a presidente, a iniciativa começará nas áreas "onde há maior grau de violência e, portanto, maior vulnerabilidade" de jovens e adolescentes; Dilma aproveitou o evento para criticar a redução da maioridade penal

247 - A presidente Dilma Rousseff lançou nesta terça-feira (28) a primeira fase do Pronatec Aprendiz, que cria 15 mil vagas visando a qualificação de jovens a partir dos 14 anos. O programa é fruto de parceria entre as micro e pequenas empresas e o governo, que bancará o custo da qualificação de jovens com idades entre 14 e 18 anos, por meio dos cursos do Pronatec.
Inicialmente serão contemplados 81 municípios brasileiros, escolhidos de acordo com sua posição no Mapa da Violência, priorizando os jovens em maior grau de vulnerabilidade social. A iniciativa começará nas áreas "onde há maior grau de violência e, portanto, maior vulnerabilidade" de jovens e adolescentes, disse Dilma.
Durante o evento de lançamento, a presidente criticou a redução da maioridade penal, projeto aprovado em primeiro turno pela Câmara dos Deputados. "Aonde não há Estado, parceria e organização empresarial, a tendência é que ações criminosas se desenvolvam mais e substituam as ações do Estado e da sociedade", afirmou.
"Temos que combater o uso de jovens pelo crime organizado [...] Não podemos aceitar que o crime organizado substitua o Estado e a sociedade", completou em seguida. Confira abaixo matéria do Blog do Planalto, com mais dados sobre o programa:
Governo lança Pronatec Aprendiz para as micro e pequenas empresas

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, nesta terça-feira (28), o Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa para dar a jovens em vulnerabilidade social oportunidades de iniciação no mercado de trabalho e acesso à qualificação profissional nas melhores escolas técnicas do País. O lançamento do programa ocorreu durante encontro de trabalho no Palácio do Planalto, com a presença de ministros e representantes de entidades do setor.
Na primeira etapa do programa serão disponibilizadas 15 mil vagas, em 81 municípios, selecionados de acordo com a classificação no Mapa da Violência.
O programa é um desdobramento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec ), e fruto de uma parceria entre a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE) e os ministérios da Educação, do Desenvolvimento Social e do Trabalho e Emprego.
O programa Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa tem como foco principal jovens entre 14 e 18 anos matriculados na rede pública de ensino, com prioridade para aqueles em situação de vulnerabilidade social (em abrigos, resgatados do trabalho infantil, adolescentes egressos do cumprimento de medidas socioeducativas e pessoas com deficiência).
O aprendiz vai ter acesso a capacitação técnica e oportunidade de inserção no mercado de trabalho, com um contrato de dois anos. O jovem deverá cumprir 400 horas de aulas teóricas na escola. A experiência será registrada na Carteira de Trabalho e será garantida a cobertura da Previdência Social.
Os cursos técnicos serão ofertados pela Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, pelas escolas técnicas estaduais e municipais e pelos integrantes do Sistema "S" (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop) e custeados pelo governo federal. Para se inscrever o jovem deverá procurar o Centro de Referência e Assistência Social (Cras) da sua cidade, onde terá acesso à lista dos cursos oferecidos.
Poderão contratar aprendizes empresas com pelo menos um empregado. Os jovens vão atuar nas áreas de informática, operação de loja e varejo, serviços administrativos e alimentação, conforme a oferta de cursos de formação.
Os empregadores deverão pagar salário-hora mínimo ou maior (de acordo com a oferta do empresário), recolher 2% do total para o FGTS e 8% para o INSS. Se for optante do Simples Nacional, a alíquota patronal é isenta. Em outra forma de tributação, deverão ser recolhidos 12% da conta patronal do INSS. Além disso, o empresário deverá disponibilizar tutor para o acompanhamento das atividades do jovem na empresa.