segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ministra Erenice Guerra Processa a Revista Veja por Calúnia e Difamação

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Erenice já entrou com processo contra a revista Veja
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Palavras da Ministra anteontem - 11/09/10: 
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Sobre a matéria caluniosa da revista VEJA, buscando atingir-me em minha honra, bem como envolver familiares meus, cumpre-me informar:
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1) procurados pelo repórter autor das aleivosias, fornecemos – tanto eu quanto os meus familiares – as respostas cabíveis a cada uma de suas interrogações. De nada adiantou nosso procedimento transparente e ético, já que tais esclarecimentos foram, levianamente, desconhecidos;
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2) sinto-me atacada em minha honra pessoal e ultrajada pelas mentiras publicadas sem a menor base em provas ou em sustentação na verdade dos fatos, cabendo-me tomar as medidas judiciais cabíveis para a reparação necessária. E assim o farei. Não permitirei que a revista VEJA, contumaz no enxovalho da honra alheia, o faça comigo sem que seja acionada tanto por DANOS MORAIS quanto para que me garanta o DIREITO DE RESPOSTA;
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3)
como servidora pública sinto-me na obrigação, desde já, de colocar meus sigilos fiscal, bancário e telefônico, bem como o de TODOS os integrantes de minha família, a disposição das autoridades competentes para eventuais apurações que julgarem necessárias para o esclarecimento dos fatos;
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4) lamento, por fim, que o processo eleitoral, no qual a citada revista está envolvida da forma mais virulenta e menos ética possível, propicie esse tipo de comportamento e a utilização de expediente como esse, em que se publica ataque à honra alheia travestido de material jornalístico sem que se veicule a resposta dos ofendidos.
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Brasília, 11 de setembro de 2010.
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Erenice Guerra
Ministra-Chefe da Casa Civil da Presidência da República

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Palavras da ministra Erenice Guerra na tarde de ontem - 12/09/10.



-“Não brigo para manter o sigilo fechado. O meu sigilo, o do meu filho e da minha família estão todos abertos. O meu filho se chama Israel e não Verônica. Contratei Márcio Thomaz Bastos e ele vai me defender. Vou às últimas consequências. Vou processar a Veja. O meu cargo é temporário, mas sem a minha dignidade não posso viver. Todos os meus sigilos estão abertos, não posso conviver com o que a Veja fez.”

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Ofício encaminhado ao Presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República:

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