terça-feira, 25 de janeiro de 2011

WikiLeaks Revela Sabotagem Norte Americana ao Programa de Foguetes do Brasil.

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Foguete Órion - Brasileiro
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Ainda que o Senado brasileiro venha a ratificar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas EUA-Brasil (TSA, na sigla em inglês), o governo dos Estados Unidos não quer que o Brasil tenha um programa próprio de produção de foguetes espaciais. Por isso, além de não apoiar o desenvolvimento desses veículos, as autoridades americanas pressionam parceiros do país nessa área – como a Ucrânia – a não transferir tecnologia do setor aos cientistas brasileiros.

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A restrição dos EUA está registrada claramente em telegrama que o Departamento de Estado enviou à embaixada americana em Brasília, em janeiro de 2009 – revelado agora pelo WikiLeaks. O documento contém uma resposta a um apelo feito pela embaixada da Ucrânia, no Brasil, para que os EUA reconsiderassem a sua negativa de apoiar a parceria Ucrânia-Brasil, para atividades na Base de Alcântara no Maranhão, e permitissem que firmas americanas de satélite pudessem usar aquela plataforma de lançamentos.

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Sempre desconfiei de que houvera mesmo sabotagem na explosão do foguete na Base de Alcântara, que matou 23 brasileiros.

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Além de ressaltar que o custo seria 30% mais barato, devido à localização geográfica de Alcântara, os ucranianos apresentaram uma justificativa política: “O seu principal argumento era o de que se os EUA não derem tal passo, os russos preencheriam o vácuo e se tornariam os parceiros principais do Brasil em cooperação espacial” – ressalta o telegrama que a embaixada enviara a Washington.

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A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que “embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”. Mais adiante, um alerta: “Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”.

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O Senado brasileiro se nega a ratificar o TSA, assinado entre EUA e Brasil em abril de 2000, porque as salvaguardas incluem concessão de áreas, em Alcântara, que ficariam sob controle direto e exclusivo dos EUA. Além disso, permitiriam inspeções americanas à base de lançamentos sem prévio aviso ao Brasil. Os ucranianos se ofereceram, em 2008, para convencer os senadores brasileiros a aprovarem o acordo, mas os EUA dispensaram tal ajuda.

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Os EUA não permitem o lançamento de satélites americanos desde Alcântara, ou fabricados por outros países mas que contenham componentes americanos, “devido à nossa política, de longa data, de não encorajar o programa de foguetes espaciais do Brasil”, diz outro documento confidencial.

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Viagem de astronauta brasileiro é ironizada

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Sob o título “Pegando Carona no Espaço”, um outro telegrama descreve com menosprezo o voo do primeiro astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, à Estação Espacial Internacional levado por uma nave russa ao preço de US$ 10,5 milhões – enquanto um cientista americano, Gregory Olsen, pagara à Rússia US$ 20 milhões por uma viagem idêntica.

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O astronauta brasileiro Marcos Pontes, em base soviética, no Cazaquistão. 

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A embaixada definiu o voo de Pontes como um gesto da Rússia, no sentido de obter em troca a possibilidade de lançar satélites desde Alcântara. E, também, como uma jogada política visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Num ano eleitoral, em que o presidente Lula sob e desce nas pesquisas, não é difícil imaginar a quem esse golpe publicitário deve beneficiar.

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Essa pode ser a palavra final numa missão que, no final das contas, pode ser, meramente ‘um pequeno passo’ para o Brasil” – diz o comentário da embaixada dos EUA, numa alusão jocosa à célebre frase de Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, dizendo que seu feito se tratava de um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a Humanidade.

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O Analfabetismo de William Bonner e a Baderna em Stº Antonio do Descoberto

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Descobrindo Santo Antônio.
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O apresentador do Jornal Nacional da Rede Globo, William Bonner, em sua ferrenha disposição de prejudicar o governo da presidenta Dilma e de “melar” a imagem do ex presidente Lula, termina sempre por se borrar em sua própria obra vingativa.

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O entorno do Distrito Federal.
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Ontem, aconteceu, por motivos puramente políticos, uma baderna geral na cidade de Santo Antonio do Descoberto, que dista exatos 56 quilômetros da Capital Federal, Brasília, e que pertence ao Estado de Goiás, governado por Marconi Perillo do PSDB. Isso mesmo... O PSDB do extinto José Serra. Mas, para que os menos avisados tivessem a imagem de que a “revolta” estava bem sob o batom da presidenta Dilma, o analfabeto geográfico, com sua esposa do lado a confirmar tudo com movimentos verticais da cabeça, disse que tudo aquilo era em uma cidade no entorno de Brasília.
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 Por que Bonner protegeu a "tucanalha" ao esconder Marconi Perillo (primeiro à esquerda), desse badernaço?
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Ora, senhor quinta coluna  (os elementos quinta-colunistas agem por meio da sabotagem e da difusão de boatos. Em outras palavras, pode-se dizer que a força da quinta coluna reside na possibilidade de "atacar de dentro", ou seja: donde menos se devia esperar) o santo descoberto pela sua falta de patriotismo está no entorno do Distrito Federal, e não no de Brasília. As palavras Distrito Federal não foram pronunciadas uma única vez, enquanto, a todo momento, Brasília era sempre lembrada entre imagens de quebra-pau generalizado.
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O nome do governador Marconi Perillo, não foi citado uma única vez, e muito menos o partido ao qual pertence.

Tenha vergonha, Bonner...
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