quinta-feira, 31 de julho de 2014

Israel leva o Holocausto à Palestina




Com os civis na mira.



Uma falsa tradução do que disse o ex-Presidente Ahmadinejad do Irã há alguns anos de que, “o holocausto não existiu no território árabe, mas sim na Europa”, interpretada como se tivesse dito que não houve o holocausto nazista, foi utilizada por Israel e os demais governos que obedecem cabisbaixos a todo comando de Washington, para comover a opinião pública mundial através da mídia submissa e reafirmar a imagem da vitimização semita, omitindo os milhões de russos, ciganos e comunistas de várias nações que também foram mortos nos campos de concentração nazistas.



Com esta cínica e já “manjada” habilidade dos dirigentes de Israel que ocupam territórios do Estado Palestino, tratando-os como terroristas e não com a dignidade que esse povo merece, conduzindo-os cada vez mais à miséria, em contraponto ao enriquecimento permanente dos donos da banca (leia-se Sistema Financeiro Mundial, formado pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e um conglomerado de instituições financeiras abutres) que detêm o poder centralizado desde sempre, e fortalecido ainda mais com o início da famigerada globalização. Afirma-se assim Israel na condição racista de povo eleito, com o falso poder de eliminar do mapa, nos livros escolares, os limites dos territórios reconhecidos pela ONU de povos não judeus.


Netaniahu, que dirige o Governo de Israel hoje, divulga que os bombardeios são dirigidos ao Hamas e não ao Estado Palestino, dizendo que os "terroristas" usam a população civil como "escudo", e passivamente os dirigentes Estadunidenses e da ONU aceitam esta falsa justificativa que deturpa a história e a geografia política, aceitando-a como pretexto para a autodefesa do agressor, ele sim, um terrorista carniceiro que desonra a humanidade com as mãos permanentemente encharcadas do sangue de crianças e mulheres.



Israel encarregou-se de trazer o holocausto para o Oriente Médio, com os ataques contínuos aos palestinos que já vivem cercados de muros como num vasto Campo de Concentração. Desrespeitam a memória dos 20 milhões de prisioneiros, dos quais 6 milhões eram judeus e terminaram imolados por Hitler e seus colaboradores nazistas. Aplicam assim os ensinamentos nazistas que tanto recriminaram e que já pareciam banidos do conceito das nações com representatividade na ONU.



Enquanto isso, os líderes Sociais-democratas e liberais das grandes Nações que se reúnem na ONU – à exceção do Brasil e países que compõem o MERCOSUL –  assistem a este “circo romano” impassíveis, coniventes, igualando-se assim aos abutres donos da banca e ao terrorismo estatal de Israel.