sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Fidel Castro Chama Barack Obama de "Tonto"

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 Em artigo, Fidel Castro ataca o presidente Barack Obama por decisão da Justiça americana de impedir volta de preso cubano e ironiza suas declarações.
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Para o ex-presidente Fidel Castro, Barack Obama é “tonto” e os Estados Unidos, um império. Os ataques foram disparados em artigo publicado em um site cubano e é uma reação à sentença norte-americana que proibiu que o preso político René González retornasse à Cuba, depois de cumprida a pena de 13 anos nos Estados Unidos.
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A Justiça decidiu que González cumprirá mais três anos de liberdade assistida no país. O ex-prisioneiro é um dos cinco agentes cubanos que se infiltraram em grupos terroristas americanos na década de 90 para prevenir ataques a resorts e aviões cubanos. A história foi contada no livro “Os últimos soldados da Guerra Fria”, de Fernando Morais.
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Fidel considerou a decisão torpe e chamou a atenção para a necessidade de se reformar a Assembleia das Nações Unidas. “Jamais se escutaram tantas e tão enérgicas críticas”, escreveu o político. No texto, ele também reproduz a carta de Hugo Chávez à Assembleia, em que o presidente Venezuelano faz duras críticas ao Fórum e ao poder militar americano.
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Fidel também ironiza a declaração de Obama, em que o presidente afirma que mudará sua relação com Cuba quando o país tiver mudanças significativas. “Que simpático! Que inteligente! Tanta bondade não o permitiu compreender que 50 anos de bloqueio e crimes contra nossa pátria não puderam dobrar o nosso povo. Muitas coisas mudaram em Cuba, mas devido o nosso esforço, apesar dos Estados Unidos. Talvez, antes, se derrube este império”, diz Fidel.
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Por fim, o líder conclama os cinco agentes presos nos EUA como “os cinco heróis cubanos” que compunham o grupo antiterrorista. E chama a decisão do estado da Flórida – onde ocorreu o julgamento – de “vergonha supervisionada” de Obama.
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Maluf Mão Leve: Mais de US$ 1 Bilhão no Exterior

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 O aspirador de dólares alheios.
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O deputado federal Paulo Maluf do PP de S. Paulo virou réu pelo crime de lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal. Além dele, familiares (filhos, noras e outros agregados), alem de doleiros também vão responder a ação penal na Corte. Ao todo, são 11 réus. A decisão foi tomada, ontem, por sete votos a um.
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O relator do Processo, Ministro Ricardo Lewandowski, foi seguido pelos demais ministros, com exceção de Marco Aurélio Mello que entendeu que o caso estava prescrito. A acusação contra Maluf prescreve em 2014. Pelo jeito o ministro primo do ex presidente Collor de Mello anda mal de matemática. Maluf pode pegar de três a dez anos de prisão.
Maluf e acusado pelo Ministério Público de desviar mais de US$ 1 bilhão para o exterior. Ele só não será processado por formação de quadrilha porque tem mais de 70 anos e esse crime, para ele, está prescrito.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, verificou que houve remessa de centenas de milhões de dólares para a Suíça, Inglaterra e Ilha de Jersey a partir da construção da avenida Água Espraiada, em São Paulo, quando Maluf era prefeito, entre 1993 e 1996. “Essa obra foi uma das primeiras fontes utilizadas na lavagem de dinheiro”, disse Gurgel. “Ela teve o custo absurdo de R$ 796 milhões ou US$ 600 milhões”, completou.

Segundo o procurador-geral, Maluf, familiares e doleiros associaram-se, quando ele assumiu a prefeitura “de forma estável e permanente com o propósito de cometer crimes de lavagem de ativos”, ou seja, o dinheiro do povo paulista era sugado criminosamente para os bolsos da quadrilha familiar de Paulo Maluf.
“Apenas nessa ação, o prejuízo ao erário chega a quase US$ 1 bilhão”, constatou o relator do processo, Ricardo Lewandowski. “A família Maluf movimentou no exterior quantia superior a US$ 900 milhões. Esse valor é superior ao PIB de alguns países como Guiné-Bissau, Granada, Comores, Dominica e São Tomé e Príncipe”, continuou o ministro.

Lewandowski concluiu que o crime de lavagem de dinheiro é permanente e, por isso, não pode estar prescrito. O prazo de prescrição desse crime, no caso de Maluf e de sua mulher, Sylvia, que têm mais de 70 anos e pelo menos 50 no mundo do crime, é de oito anos. Para a defesa, ele deveria ser contado a partir do envio de dinheiro para o exterior, nos anos 1990. Para o ministro, o prazo começou em 2006, quando as autoridades descobriram as remessas. “Enquanto os bens continuarem escondidos a consumação do delito permanece”, disse Lewandowski.
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Cana nesses safados!
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Fonte: Valor
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