sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Amor da Presidenta Dilma e de Jorge Gerdau - O Amor Pelo Brasil

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O blogueiro Paulo Henrique Amorim encontrou Jorge Gerdau Johannpeter no aeroporto.
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Jorge viaja de avião de carreira e não estava acompanhado de nenhum assessor.
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Quando desembarca em Brasília pega o próprio carro e não tem gabinete nem secretária paga pelo Governo, apesar de desempenhar função estratégica central no Governo Dilma.
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A Gerdau é uma das maiores empresas de siderurgia do mundo, mas hoje, porém, é mais fácil falar com ele sobre o Museu do Iberê Camargo, que Jorge ajudou a criar em Porto Alegre, do que da trajetória vitoriosa da Gerdau.
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A Presidenta convidou Jorge para instalar princípios de gestão no Governo, e Jorge está feliz, porque trabalha com três fanáticas por gestão: a Presidenta, Gleisi Hoffmann e Miriam Belchior.
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São mais obcecadas do que eu, disse ele.
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Jorge tem duas metas nesse novo trabalho: gastar menos e abrir espaço para reduzir os juros – não é maravilhoso você poder trabalhar pelo Brasil e não ter salário ? – ele se pergunta.
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Por exemplo, por que o Brasil não pode gastar  R$ 100 bilhões a menos para pagar a divida interna ? Por que o Brasil tem que ter a  taxa de juros mais alta do mundo ? Por que a taxa de juros não pode ser de 6% ?
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Ele esteve em Brasília também ontem, onde participou de um evento sobre gestão na Educação – ele paga a passagem do próprio bolso.
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Com a ajuda da FGV-Rio, o Ministério da Educação montou um sistema de concorrência online, publico, transparente. Isso vale para comprar ônibus escolar, móveis e notebook/lousa. Um notebook que dá ao professor acesso aos sites da  internet que enriqueçam a aula.
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O sistema pode se ampliar para licitações em prefeituras e os gastos caírem, com o aumento do volume.
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Diz Gerdau: é revolucionário, porque é cultural. Porque entram na Cultura do gestor em Educação os conceitos de eficiência e transparência.
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Jorge Gerdau Johannpeter, 74 anos, sai do aeroporto com a rapidez do campeão brasileiro de Hipismo que foi, aos 30 anos.
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Parece uma criança... Apaixonada, acrescento eu.
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Contra Essa Mídia Corrupta

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Duas manifestações, em São Paulo e no Rio de Janeiro, marcarão, neste próximo sábado, a luta dos movimentos pela democratização da comunicação. Intitulada Ato Contra Corrupção da Mídia, a mobilização é organizada pelo Movimento Sem-Mídia (MSM).



Em São Paulo, foi convocado via Facebook e ocorrerá no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, às 14 horas. Até ontem, 2.150 pessoas haviam confirmado presença.

No Rio, a atividade será na Cinelândia (entorno da Praça Floriano), região central da cidade, a partir das 17h. Mais de 1.050 confirmaram participação.

Segundo o empresário Eduardo Guimarães, criador do MSM e autor do Blog da Cidadania, o objetivo é protestar contra a corrupção da mídia, sobretudo depois das manifestações contra a corrupção ocorridas no dia 7 de setembro, instigada pela própria grande imprensa conservadora, que está entre os maiores responsáveis pela corrupção no Brasil.

Munidos de faixas e carro de som, os manifestantes prometem levar a todos presentes a bandeira por um marco regulatório da comunicação, além de denunciar a grande mídia, que só vem noticiando corrupção dos políticos do PT, PMDB e outros aliados, ignorando a dos governos de partidos que fazem oposição ao Governo da Presidenta Dilma. “A mesma mídia que denúncia corrupção só nos partidos que dão sustentação ao governo, omite-se, criminosamente, em denunciar a corrupção em governos estaduais e municipais do PSDB”, disse Eduardo Guimarães.

O MSM surgiu, em 2007, nesse contexto de combate à hegemonia imposta pelos grandes veículos de comunicação no País. Dois anos depois, organizou o Ato contra a Ditabranda da Folha de S. Paulo, em 15 de março de 2009. “No ano passado enviamos representação ao Ministério Público Eleitoral contra os institutos de pesquisa que se acusavam de fraude em sondagens sobre a disputa para presidente. O MPE determinou à PF que abrisse inquérito e logo depois as pesquisas começaram a convergir”, lembrou Eduardo.

O marco regulatório da comunicação pode impedir, por exemplo, o monopólio que, apesar de ser inconstitucional, se configura no mercado nacional. Também pode inibir a propriedade cruzada, quando vê-se proprietários de jornais, comandando também rádios e TVs. Além disso, os pequenos ficam de fora, como as rádios comunitárias que precisam ter seus espaços garantidos. Também é importante consolidar um sistema público que tenha capacidade de gerar conhecimento, democratizando o acesso à informação, fazendo-o chegar aos mais diversos municípios do Brasil.

Para o jornalista Altamiro Borges, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, é preciso agir e jogar luz na discussão. Ele admite que a imprensa alternativa que vem se fortalecendo nos últimos anos a partir dos sites, portais e blogs na Internet, não tem a força dos grandes veículos tradicionais e conservadores. Mas, deixar de fazer algo para mudar o contexto atual é a pior saída.

“É uma briga de David e Golias. Temos pouca munição. Vamos ter que jogar pedrinhas. Enquanto eles lutam com a força hegemônica de um canhão, nós temos que usar da inteligência para nos esquivar e atingir o objetivo. É como em uma guerrilha. A outra forma seria não fazer nada, e essa seria a pior coisa”, afirmou Altamiro, que também mantém um blog de notícias.
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