sábado, 17 de setembro de 2011

Dilma Será a Primeira Mulher a Abrir uma Sessão da ONU

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A presidente Dilma Rousseff viaja neste sábado (17/09) para Nova York onde participa da 66ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Ao desembarcar no próximo domingo (18) na cidade, ela pretende apenas descansar e preparar-se para a agenda intensa dos quatro dias seguintes. Pela primeira vez, uma mulher abrirá a sessão da ONU. A presidente prepara um discurso amplo e incisivo que defenderá a inclusão social e garantias de direitos humanos.


Ao longo da próxima semana, Dilma terá reuniões com cinco presidentes, entre eles, o norte-americano, Barack Obama, e o francês, Nicolas Sarkozy, conversará sobre a crise econômica mundial, os impactos dos conflitos nos países muçulmanos, além de questões sociais envolvendo saúde e combate à pobreza.

Na segunda-feira (19), a presidente se reúne com Michelle Bachellet, ex-presidente do Chile e chefe da agência ONU Mulher. Em pauta os esforços conjuntos que podem ser desenvolvidos para incentivar a participação das mulheres em ações políticas e institucionais no mundo.

Também no dia 19, a presidente participa da reunião sobre doenças crônicas não transmissíveis cujo objetivo é discutir a prevenção e o controle no mundo com foco nos desafios sociais e econômicos.

Nesta reunião, Dilma mostrará as políticas desenvolvidas no Brasil e o que tem sido feito para que a população tenha acesso ao tratamento e cuidados com a saúde. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanha a presidente no encontro.

Na terça-feira (20), Dilma se reúne com Obama e Sarkozy, além de participar dos debates do grupo denominado Governo Aberto – que engloba 60 países que se comprometem a discutir e executar políticas públicas transparentes.

Nas reuniões com os presidentes norte-americano e francês, Dilma pretende, segundo assessores, conversar sobre temas bilaterais, mas também questões que afetam a comunidade internacional como um todo. A presidente também tem encontros marcados com os presidentes do México, Felipe Calderón, e da Nigéria, Goodluck Jonathan, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

Na quarta-feira (21) o dia será dedicado à abertura da 66ª Assembleia Geral da ONU. Segundo assessores, Dilma pretende, em seu discurso, mencionar os efeitos da crise econômica internacional, a preocupação com os conflitos nos países muçulmanos, a necessidade de adotar medidas que levem ao desenvolvimento sustentável – lembrando a Conferência Rio+20 que ocorrerá em 2012 no Rio de Janeiro – e a defesa da reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Na quinta-feira (22) a presidenta retorna para o Brasil. Mas antes conversará sobre uma das principais preocupações da comunidade internacional: a segurança nuclear. As atenções se redobraram depois dos acidentes radioativos na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, em março deste ano, no Japão. Também no dia 22, Dilma conversará sobre a necessidade de os líderes mundiais se comunicarem antes de tomar decisões e partir para a ação – a denominada diplomacia preventiva.

Dilma viaja para Nova York acompanha pelos ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota; da Saúde, Alexandre Padilha; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; do Esporte, Orlando Silva, e da Comunicação da Presidência da República, Helena Chagas.
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Iraque: Deputado Acusa EUA de Assassinatos no País

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Um deputado iraquiano acusou as companhias de segurança estrangeiras que atuam no Iraque de estarem por trás de alguns crimes cometidos no país, com a colaboração dos Estados Unidos, publicou neste sábado o diário independente "Mashreq".


"A maioria das empresas de segurança que operam no Iraque comete crimes e traz silenciadores de armas, bombas e até drogas, e isto é um novo tipo de terrorismo", ressaltou o legislador da ANI (Aliança Nacional Iraquiana) - a maior coalizão xiita do país - Jawad al Hasanaui, em declarações ao jornal.

O deputado assegurou que sua aliança política possui "provas e documentos que confirmam que muitos assassinatos no país são cometidos com a ajuda americana ou com seu financiamento e logística".

Nesse sentido, Hasanaui revelou que os serviços de segurança e inteligência iraquianos advertiram que a maior parte das investigações dos crimes cometidos por essas companhias de segurança é concluída sem determinar responsabilidades.

O deputado também afirmou que há responsáveis iraquianos que são cúmplices dos americanos nesses casos e que por isso defendem o prolongamento da presença das tropas do EUA no Iraque.

Por último, denunciou que grande parte do Aeroporto Internacional de Bagdá está destinada às tropas americanas e que seus aviões aterrissam sem nenhuma inspeção ou controle das mercadorias que trazem às bases militares.
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Copa do Mundo/2014 - 1.000 Dias de Garra

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 D e g r a d ê ê ê. . .
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Enquanto Urubus Bonner, Corvos Bernardes e outras aves de agouro dão rasantes nos tele jornais torcendo para ver o Brasil no pior dos mundos, com inflação, recessão, e o PSDB no Palácio do Planalto, o Brasil de verdade vai avançando. Ontem, a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras que preparam o Mineirão para a Copa do Mundo e, em vez de Ricardo Teixeira representando a Globo, fez isso com ninguém menos que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé do Brasil, ou melhor: do mundo.
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Dilma não teve problemas com o fato de os operários da obra do Mineirão estarem em greve por melhores salários. Eles estão na deles, aproveitando o fato de que, contra o Governo e contra uma obra vital para o país, a cobertura da mídia é simpática a qualquer greve, em lugar de exigir “ordem”, como fazia dando apoio ao golpe militar.  E se desesperam ao constatar que, dentro da calma e do respeito vai sair acordo e obra dentro do prazo, tanto lá no Mineirão, como no Maracanã, pois nesse governo não se manda dar bordoada em trabalhador.
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Depois, em solo “inimigo”, liberou verbas no valor de R$ 2 bilhões para o Metrô de Belo Horizonte – como fez anteontem para a conclusão do Rodoanel em São Paulo. A Presidenta esnoba essa imprensa corrupta mostrando que não tem partidarismo quando se trata do interesse público, ao contrário da oposição e da mídia, que torcem até contra o Brasil se sair bem na Copa, nas Olimpíadas e na crise mundial.
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“O Brasil não quebra mais” com qualquer crise internacional, avisou Dilma à mídia insana.
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