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MOVIMENTO DEMOCRÁTICO UNE OS HONESTOS E SENSÍVEIS DE CARREIRAS JURÍDICAS

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Postado no Facebook em 26 de abril de 2016 Assinado por mais de 500 juízes, desembargadores, procuradores, promotores, defensores públicos e advogados, o "Manifesto pela Democracia", contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi entregue nesta segunda (25) no Senado; o texto diz impeachment para imputar crime de responsabilidade "perfaz-se em juízo juríd ico-político, que não dispensa a caracterização, pelos membros do Congresso Nacional, de quadro de certeza sobre a prática delituosa que se imputa à autoridade assim questionada"; o documento critica a votação da Câmara: "constitui-se em ato de flagrante ilegalidade, de ruptura da ordem democrática, de trauma constitucional que marcará a história do país de forma indelével e irreparável"; o texto alerta para a a repercussão internacional negativa do fato e pede que os senadores votem contra o impeachment.  

COMO ASSUSTADOR GERAL DA REPÚBLICA, CUNHA É O DONO DO GOLPE

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Postado no Facebook em 25 de abril de 2016 "Eduardo Cunha é a cara do golpe. Em primeiro lugar, porque os passos dados nessa aventura a que querem jogar o país não teriam sido possíveis sem a atuação gangsteril de Cunha e dos centenas de parlamentares que ele ajudou a eleger e sobre os quais ele tem controle. O próprio silêncio covarde do STF é atribuído, também, a ameaças que ele faria sobre os juízes que o compõem. Foi Cunha quem coordenou a vergonhosa votação na Câmara, que tem a sua cara. Cada uma daqueles escandalosas afirmações poderiam sair da boca dele e revelaram ao país como o Congresso está capturado por gente corrupta e desqualificada para qualquer representação política da cidadania. Foi Cunha quem ameaçou parlamentares que não votavam pelo golpe, que os chantageou, que os ganhou com vantagens materiais e até com a promessa de livrá-los da Lava Jato"; a análise é do colunista do 247 Emir Sader.  

FILHO DE JOÃO GOULART: "QUEPES FORAM TROCADOS POR TOGAS"

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Postado no Facebook em 24 de abril de 2016 Filho do último presidente deposto no Brasil, em 1964, João Vicente Goulart conta, em entrevista ao 247, como foram os últimos dias de seu pai em território brasileiro, entre 31 de março e 4 de abril, quando, finalmente chegou ao Uruguai; perseguido pelo Exército brasileiro, que desejava prendê-lo, João Goulart voava de uma fazenda a outra, com o objetivo de provar que ainda se encontrava no Brasil quando foi empossado o presidente interino, Ranieri Mazzili, para dessa forma ficar claro que foi deposto por um golpe desfechado pelos militares; segundo João Vicente, o que está acontecendo hoje no Brasil se parece muito com o que aconteceu com seu pai; “A diferença é que os quepes foram trocados pelas togas”, afirma; indignado com o movimento que tenta depor a presidente Dilma, por ele chamado de “farsa” e “palhaçada”, ele espera que o Senado e o STF corrijam a arbitrariedade praticada pela Câmara