quarta-feira, 10 de junho de 2015

Beija-Flor com enredo “Ronaldão”, pago pela Nike? “Nem pelo c…”, diz Laila.







Parafraseando Fernando Brito - em O Tijolaço



O ex-atacante Ronaldo “Fenômeno”, que parece estar usando o ensinamento do famoso técnico Gentil Cardoso – “quem se desloca recebe, quem pede tem preferência” – com suas constantes idas e vindas (a última, correndo, para se oferecer a apoiar qualquer um na Fifa) parece que não entendeu que ele está mais para a boca da caçapa do que defendido na tabela.

Agora, ficamos sabendo pelo jornal O Dia, do Rio,  que a Beija-Flor recusou um patrocínio de R$ 11 milhões da Nike, enfiada até a medula no “fifalão” para ter o rapaz como enredo do carnaval de 2016.

O presidente da escola Laila, que já pagou seus pecados e o apoio da Globo levando uma “brizolada” no Sambódromo no carnaval de 2014, foi, digamos, bem explícito ao dizer porque recusou a proposta:

– Chega. Cansei de tomar porrada também. Recusei R$ 11 milhões da Nike para fazer um enredo sobre Ronaldo Fenômeno. Nem pelo c… que eu vou fazer isso.

Ronaldo, que apoiava a Copa no Brasil, que condenava a Copa no Brasil, que foi Aécio Boy nas eleições, que era amigo dos “hômi” da Fifa, Sepp Blater e Jerôme Walcker, e camarada do Marin, que esperava ser ministro dos esportes de Aécio, que convenceu Neymar a gravar depoimento para a campanha de Aécio, virou moralista de repente... Assim que estourou o escândalo do “fifalão”.

O Ronaldo não entendeu que o seu filme “está queimado” outra vez, por seus abusos com o povo brasileiro que, pelo seu talento inegável, o perdoou pela amarelada ainda mal contada da final de 1998 com a França.

Depois, segundo a Época, andou se oferecendo para ser o vice do tucano, com quem disputava uns carteados, na companhia de FHC, em Higinópolis.

Que fez vista grossa quando ele foi parar numa delegacia acompanhado por três travestis portando cocaína, após noitada em um motel de 3ª categoria onde “rolou” de tudo.

Faz tudo para aparecer e ainda mais essa, com uma “bolada” da Nike para “ser homenageado” no carnaval.

Bola baixa, Ronaldo, bola baixa.





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